Ex-ministro deu a declaração sem saber que a autora do pedido de investigação era uma mulher
19/07/2018 06h10 – Congresso em Foco
O Ministério Público de São Paulo logo reagiu. Em nota, defendeu que a atuação da promotora “dá-se estritamente dentro dos marcos estabelecidos pela legislação e pela Constituição, que garante a inviolabilidade das prerrogativas dos membros do Ministério Público”.
A promotora pediu ao Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap) – vinculado à Polícia Civil – a instauração de inquérito para averiguar se houve crime de injúria racial no episódio em que Ciro se referiu à Holiday como “capitãozinho do mato”. O pedido foi enviado no último dia 12. Até o momento, o inquérito não foi aberto.
“Esse Fernando Holiday é um capitãozinho do mato. Porque a pior coisa que tem é um negro usado, pelo preconceito, para estigmatizar”, disse o presidenciável. “Capitão do mato” era como eram chamados os responsáveis por capturar escravos que fugiam de fazendas. Muitos eram negros libertos.
Holiday entrou com uma ação própria para processar o presidenciável. A primeira audiência sobre o caso, segundo o vereador, está marcada para agosto.
O Ministério Público de São Paulo logo reagiu. Em nota, defendeu que a atuação da promotora “dá-se estritamente dentro dos marcos estabelecidos pela legislação e pela Constituição, que garante a inviolabilidade das prerrogativas dos membros do Ministério Público”.
A promotora pediu ao Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap) – vinculado à Polícia Civil – a instauração de inquérito para averiguar se houve crime de injúria racial no episódio em que Ciro se referiu à Holiday como “capitãozinho do mato”. O pedido foi enviado no último dia 12. Até o momento, o inquérito não foi aberto.
“Esse Fernando Holiday é um capitãozinho do mato. Porque a pior coisa que tem é um negro usado, pelo preconceito, para estigmatizar”, disse o presidenciável. “Capitão do mato” era como eram chamados os responsáveis por capturar escravos que fugiam de fazendas. Muitos eram negros libertos.
Holiday entrou com uma ação própria para processar o presidenciável. A primeira audiência sobre o caso, segundo o vereador, está marcada para agosto.


