Com agenda institucional em SP e RJ, Ministério da Justiça e Segurança Pública reforça integração no combate às organizações criminosas

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington Lima, em encontro com autoridades da Superintendência de São Paulo. Foto: Divulgação/MJSP

São Paulo, 17/04/2026 – O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, realizou, nesta quinta-feira, 16, agenda institucional em São Paulo com foco no fortalecimento do enfrentamento ao crime organizado. O trabalho se soma à visita ocorrida na semana passada ao Rio de Janeiro, em um movimento que integra a intensificação da presença do Ministério nos estados e reforça Rio de Janeiro e São Paulo como centros estratégicos da atuação federal.

Em São Paulo, o ministro Wellington César, acompanhado pelo secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, visitou a Superintendência da Polícia Federal e se reuniu com seus diretores para alinhar estratégias de enfrentamento às organizações criminosas que têm na capital paulista sua base de operações.

Na pauta: o fortalecimento das Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (FICCOs), a qualificação das ações de inteligência e a ampliação da capacidade operacional com novos equipamentos.

Foto: Divulgação/MJSP
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O ministro destacou a importância da atuação conjunta: “O enfrentamento ao crime organizado não se faz de forma isolada. A integração com os estados é fundamental, é ela que nos permite agir com inteligência, velocidade e efetividade onde o crime está enraizado”.

O secretário Chico Lucas reforçou o peso estratégico dos dois Estados: “São Paulo e Rio de Janeiro possuem uma centralidade muito grande no enfrentamento ao crime organizado. A presença do Ministério vai ser cada vez mais forte”.

Para enfrentar essa realidade, o Ministério da Justiça e Segurança Pública atua em três frentes: o fortalecimento das FICCOs, que integram Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e forças estaduais em operações coordenadas; o investimento em tecnologia e capacidade investigativa para desarticular lideranças e interromper fluxos financeiros ilícitos; e a ampliação da coordenação federativa com presença direta nos estados de maior incidência.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública