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quarta-feira, 21 de outubro, 2026

Conselho estuda destino de 6 crianças que moravam na casa onde jovem foi morta por engano

01/02/2014 08h10

Irmãos da vítima foram levados para um abrigo em Dourados

Portal MS Record

Durante investigação a polícia de Dourados, descobriu que a jovem de 18 anos, morta por engano, pelo namorado da mãe estava grávida de dois meses. Na casa onde o crime aconteceu moravam seis crianças, incluindo o filho da vitima. Outra história que está dando trabalho para o Conselho Tutelar.

A filha de nove meses que estava no meio do casal quando houve o atentado já está com os avós paternos. Ela não foi atingida por nenhum dos tiros. Pouca gente da família sabia, mas Karina Aparecida da Silva Pedroso, estava grávida de dois meses.

Ela foi assassinada pelo padrastro. A mãe, Maria Aparecida, confessou que queria que o genro fosse morto, mas quem perdeu a vida foi a própria filha. Quatro pessoas foram presas pela participação no crime.

Seis crianças viviam na casa, três filhos de Maria Aparecida. O pai já estava preso por outro crime e agora a mãe foi parar na cadeia. No local ainda vivia uma menina de 13 anos que já tinha filho, um bebê de três meses. E ainda tinha a filha da Karina.

A pergunta que fica agora é: o que vai acontecer com todas essas crianças que mesmo tão pequenas já tem uma história tão triste?

Os filhos de Maria Aparecida, a menina de 13 anos junto com o filho de três meses foram levados para um abrigo. A Justiça começou uma pesquisa para saber se há parentes que possam se responsabilizar por eles.

A conselheira explica que agora a preocupação é que as crianças tenham oportunidade de melhorar de vida, já que as condições em que elas viviam eram precárias.

“A situaçãoq eu a gente chegou no momento na casa, tinha muitos usuários, as crianças dormiam no chão, situação de extrema pobreza mesmo”, diz a conselheira, Eliane Brito

Conselho estuda destino de 6 crianças que moravam na casa onde jovem foi morta por engano

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