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domingo, 18 de outubro, 2026

CPMF: Promessa de fatia pode ajudar na aprovação

17/02/2016 08h30

Não se busca criar uma maneira de incentivar e fomentar a economia do país para se fazer o dinheiro girar.

Douradosnews

Com dificuldades para emplacar mais um imposto para o bolso já saturado e vazio do cidadão brasileiro, a presidente Dilma Rousseff (PT) mudou a estratégia e ganhou um novo aliado para a ressuscitação da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira), a divisão de parte do dinheiro arrecadado com o tributo aos municípios e Estados.

O assunto foi tratado durante reunião com a base aliada do Senado na noite de segunda-feira, em Brasília, e a forma de se repartir o bolo ainda estaria em estudo, porém, levaria em conta a quantidade de atendimentos do SUS (Sistema Único de Saúde) de cada município e outra parte incorporada ao FPM (Fundo de Participação dos Municípios), atingindo assim as cidades de pequeno, médio e grande porte em todos os Estados do país.

Porém, apesar de beneficiar e de certamente se traçar um aumento de arrecadação aos poderes Executivos, a taxação ganharia um significativo acréscimo, onerando mais ainda a população. Passaria dos atuais 0,20% em estudo diante de qualquer movimentação financeira, para os antigos 0,38%, extinto há mais de 8 anos.

Como em 2015, Dilma Rousseff e sua base aliada busca começar 2016 arrecadando mais, porém, tirando recursos do brasileiro para poder estancar a sangria se transformou os cofres públicos federais e colocados a tona com as recentes operações desencadeadas pela Polícia Federal.

Não se busca criar uma maneira de incentivar e fomentar a economia do país para se fazer o dinheiro girar. A ordem é arrecadar, cada vem mais, mesmo que para isso seja retirado ainda mais do já esfolado contribuinte.

A estratégia da presidente é simples, porém, atinge a principal ferida dos municípios e Estados, o arrocho financeiro. Com esses recursos repassados, os governantes com certeza pressionarão bancadas para que a matéria possa passar e assim, ter mais dinheiro em caixa.

Pra piorar, não se fala em redução de tributação ao pequeno. Não se fala em melhorias ao empresário para que possa empregar. Pelo contrário, se tira cada vem mais, aumentando a fila de desempregados e acabando com o poder de consumo do cidadão brasileiro.