A Universidade Central do Paraguai em Pedro Juan (UCP) e a Universidade Interamericana têm se posicionado na vanguarda dessa causa
O Dia Internacional da Síndrome de Down, celebrado em 21 de março, ganha destaque na região fronteiriça como um momento essencial para promover a conscientização e reforçar a inclusão social.
A data, escolhida simbolicamente por corresponder à trissomia do cromossomo 21 – característica genética da síndrome –, serve como lembrete de que a verdadeira inserção social das pessoas com Down ocorre por meio de ações concretas que vão além da compaixão, abrangendo educação, trabalho, saúde e participação plena na sociedade.
A Universidade Central do Paraguai em Pedro Juan (UCP) e a Universidade Interamericana têm se posicionado na vanguarda dessa causa.
Ambas as universidades enfatizam a relevância da data como oportunidade para reflexão coletiva, promovendo palestras, debates e atividades que valorizam a diversidade e combatem preconceitos.
“A inclusão não é um favor, mas um direito que constrói uma sociedade mais justa e produtiva”, destaca o CEO da UCP e da Interamericana, Carlos Bernardo, reforçando que eventos como esses marcam a importância constante de políticas públicas e iniciativas comunitárias.
A conscientização gerada pelo Dia da Síndrome de Down vai além do simbólico: ela impulsiona mudanças reais, reforça Carlos Bernardo.
No Brasil e no Paraguai, dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que cerca de 1 em cada 1.000 nascimentos resulta em um bebê com a síndrome, e a inclusão social tem comprovado benefícios como maior autonomia, redução de dependência familiar e contribuição econômica ativa.
Exemplos inspiradores incluem programas de emprego apoiados por entidades como a Associação Brasileira de Síndrome de Down, que já inseriram centenas de pessoas em vagas qualificadas, provando que capacitação e acessibilidade abrem portas para todos os aspectos da vida – da escola ao mercado de trabalho.
Na região de Amambay – cuja Pedro Juan Caballero é a capital – e Mato Grosso do Sul, a data reforça parcerias binacionais para avançar nessa agenda.
As universidades UCP e Interamericana não só organizam ações educativas, mas também integram estudantes com e sem a síndrome em atividades conjuntas, fomentando empatia e quebrando barreiras.
É um chamado à ação: a inclusão social não é mero mecanismo de assistência, mas o caminho genuíno para que todos exerçam sua cidadania plena, construindo comunidades mais resilientes e humanas.

