17/12/2015 06h40
Um forte esquema de segurança deve ser montado no local e somente pessoas credenciadas deverão acompanhar o evento.
Douradosnews
Dourados receberá a visita da presidente Dilma Roussef (PT) na segunda-feira (21) e com isso será a segunda visita presidencial à cidade neste ano, já que em julho Michel Temer (PMDB) esteve na cidade para conhecer o projeto Sisfron (Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras) e ocupava o cargo em exercício por conta da viagem da mandatária à Rússia para reunião do Brics.
Dilma também virá para conhecer o sistema e a sua chegada está marcada para 15h50 na 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada- Brigada Guaicurus.
Assim como aconteceu na visita de Temer, na segunda-feira (21) um forte esquema de segurança deve ser montado no local e somente pessoas credenciadas deverão acompanhar o evento.
Apesar da confirmação da visita de Dilma,a agenda da presidente pode sofrer alterações.
Recentemente o ministro da Defesa, Aldo Rebelo, esteve no município observando o sistema e garantiu a execução e conclusão do projeto, que corria o risco de sofrer cortes em seu orçamento, relembre aqui.
O Sisfron
O Sisfron entrou e funcionamento em novembro do ano passado em Dourados, como piloto do projeto que visa monitorar toda a área de fronteira do país num investimento total previsto de R$ 12 bilhões com previsão inicial de implantação até 2017.
No Mato Grosso do Sul, os recursos consumidos foram de aproximadamente R$ 900 milhões, operando em 600 quilômetros da fronteira do Estado.
No sistema, uma central de comando e controle instalada na sede da Brigada Guaicurus monitora todas as ações ou operações desenvolvidas pelos militares na faixa de fronteira e gerencia possíveis ordens do comando para deslocamento de tropas, entre outras atividades de segurança.
Dezenas de caminhões estão equipados com salas modernas de monitoramento funcionam como unidades móveis de controle interligadas ao comando central. Operadores tem acesso a computadores que estão conectados não apenas a sala de monitoramento dentro da Brigada, como também a satélites que detalham posicionamento e produzem imagens mais amplas.
Os militares que trabalharão em ‘terra’, assim como aqueles que estarão em helicópteros, possuem equipamentos de câmera de última tecnologia e registram toda a ação. Esses dados são transmitidos ‘ao vivo’ para as centrais de monitoramento e comando que armazenam os dados para definir estratégias futuras ou para definir movimentações imediatas durante as operações, como perseguição a criminosos, por exemplo. São utilizados ainda radares e sensores que identificam movimentações suspeitas e também aeronaves não tripuladas.



