11/10/2015 07h10
Cerca de 50 torcedores tiveram a entrada autorizada no Estádio Presidente Vargas para acompanhar os trabalhos.
UOL
A seleção brasileira deve ter mudanças na linha defensiva para enfrentar a Venezuela pela 2ª rodada das Eliminatórias, em Fortaleza, na próxima terça-feira (13), após a derrota por 2 a 0 na estreia contra o Chile, em Santiago.
Dunga treinou neste sábado, no Estádio Presidente Vargas, com Filipe Luís no lugar de Marcelo. O treino da linha defensiva teve Daniel Alves, Miranda, Marquinhos e Filipe Luís; Elias e Luiz Gustavo.
Em determinadas situações, o comandante chamava Gil para revezar com Marquinhos, mas a tendência é que o atleta do PSG herde a vaga deixada pelo contundido David Luiz, assim como já foi na derrota na estreia para o Chile.
Depois de 20 minutos de treino, o comandante trocou também o lateral esquerdo, colocando Marcelo novamente como titular. Fabinho passou a jogar pela direita. A dupla de volante foi testada com Renato Augusto e Fernandinho.
Enquanto isso, Jefferson treinava separado do outro lado do campo com Taffarel, como é de costume na trajetória de Dunga com o número 1 da seleção. Alisson participou dos trabalhos de finalizações.
Não houve formação da linha ofensiva e todos atletas participaram de um trabalho com a bola partindo do meio de campo, correndo para a lateral e terminando em cruzamento feito ou por Fabinho ou por Marcelo.
Antes disso, em um trabalho com dois grupos separados, Cafu (auxiliar pontual) e Taffarel (preparador de goleiros) chegaram a integrar o grupo para fazer o chamado “fantasma” nas laterais direitas e esquerda, quando os atletas apenas marcam posição para simular situações de jogo.
TORCIDA DESANIMADA
Cerca de 50 torcedores tiveram a entrada autorizada no Estádio Presidente Vargas para acompanhar os trabalhos. Ao contrário do costume quando há a presença de fãs, o silêncio predominou no local de treinamento.
Não houve tanta comoção. Kaká era um dos poucos que tinha seu nome gritado e, ainda assim, de forma isolada. No meio dos trabalhos, um grupo chegou a deixar as arquibancadas.
O cenário foi completamente oposto ao presenciado durante a Copa do Mundo. Em um dos treinos no local, cerca de 5 mil pessoas congestionaram a entrada do Presidente Vargas em busca de um contato mais próximo com os atletas.
Jogadores como Luiz Gustavo e Marcelo, que concederam entrevistas neste sábado, reconheceram que o apelo já não é mais o mesmo e que é necessário


