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domingo, 4 de outubro, 2026

Eleições 2022: votação tranquila e com poucas filas na zona sul de São Paulo

A 6ª Zona Eleitoral, localizada no bairro Paraíso, na zona sul de São Paulo, registrou um início de votação com fluxo tranquilo e poucas filas na manhã deste domingo (4), data das eleições. O local, próximo à estação Vergueiro do metrô, apresentou um movimento composto principalmente por idosos e voluntários, que compareceram nas primeiras horas para exercer seu direito ao voto.

A advogada Vanessa Gomes, acompanhada do marido, relatou ter levado poucos minutos para concluir seu voto. O casal optou por votar cedo para acompanhar a apuração dos resultados, já que o marido de Vanessa atua em uma campanha eleitoral. “Já vim para ficar com o dia mais tranquilo e evitar que intercorrências me impedissem de estar aqui, fazendo o meu papel de cidadã e fazendo com que a democracia mais uma vez seja efetivada”, afirmou a advogada à Agência Brasil. Ela ressaltou a importância do voto como ferramenta democrática, independentemente das preferências ideológicas, e destacou a simplicidade do processo, que exige apenas um documento de identidade com foto.

Gomes acrescentou que votar cedo é uma estratégia para garantir mais tempo e evitar imprevistos. “Por isso acho melhor votar cedo, pensar no futuro que queremos para nós e nossas famílias e depois cada um que vá curtir seu domingo”, completou.

A técnica em gestão previdenciária Inês Teixeira do Amaral também adotou a estratégia de votar nas primeiras horas para evitar filas. “Mas mesmo se houvesse fila, a gente está num momento importantíssimo, jamais deixaria de votar. Não é só por ser obrigatório, é por ser importantíssimo para a cidadania”, disse Inês, que votou acompanhada da amiga e funcionária pública Elaine Martins. Para Elaine, o ato de votar é fundamental para definir os rumos do futuro do país.

“Eu sempre voto cedo, prefiro resolver logo e acho que é importante votar sempre, é uma questão de cidadania, de você exercer seus direitos e permitir que os demais cidadãos tenham seus direitos respeitados”, explicou Elaine Martins, reforçando a visão de que o voto é um exercício de cidadania e respeito aos direitos coletivos.