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segunda-feira, 19 de outubro, 2026

Em 5 anos, OMS quer reduzir em 50% erros relacionados à medicação

02/05/2017 14h10

Remédio errado causa prejuízos de aproximadamente US$ 42 bi por ano

Divulgação: Dora Nunes

Diariamente, uma pessoa morre nos EUA por erros de medicação, que também agravam a saúde de cerca de 1,3 milhão de norte-americanos. O levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS) é um alerta para o uso indiscriminado de remédios. Por isso, a organização lançou (março/2017) uma iniciativa global para reduzir em 50% os danos graves e evitáveis associados a medicamentos em todos os países, nos próximos cinco anos.

O Global Patient Safety Challenge on Medication Safety (https://goo.gl/QO51Z9) aborda o tema e traz propostas para melhorar a forma como os medicamentos são prescritos, distribuídos e consumidos. “As pessoas precisam ser conscientizadas que erros no uso de medicamentos – desde a automedicação até a sub ou superutilização – podem acarretar danos irreversíveis à saúde e até mesmo a morte. Mesmo medicamentos prescritos devem ser consumidos rigorosamente de acordo com as recomendações de profissionais habilitados”, alerta Dr. Pedro Oliveira, diretor médico da ePharma, empresa líder no mercado de assistência de benefícios farmacêuticos e de soluções para gestão de programas de saúde.

Segundo a OMS, estima-se em US$ 42 bilhões por ano – ou quase 1% do total do dispêndio global com saúde – os custos associados aos erros de medicação.

Segundo o diretor da ePharma, os idosos perfazem o grupo mais exposto a este risco. “Muitos não conseguem organizar os diversos medicamentos que precisam tomar ao longo do dia. Neste sentido, a oferta de dispositivos organizadores, desde a pill box (caixa de comprimidos) até sistemas de alerta por distintas mídias – entre as mais recentes, apps (disponíveis para smartphones) – , podem e devem ser estimulados no sentido de reduzir erros de medicação”, afirma o médico.

Gestoras de plataformas de provimento de acesso à dispensação de medicamentos devem disponibilizar programas que contemplem não somente a reposição cronoprogramada de medicamentos de uso continuado, como ferramentas de controle, monitorização e detecção para o correto uso do medicamento, suportados por assistência farmacêutica.

A ePharma, pioneira neste sentido, operacionaliza programas, como este, há mais de uma década, com resultados altamente positivos.

O relatório da OMS indica que uma cultura organizacional, que implementa rotineiramente as melhores práticas e que evita a culpa quando os erros são cometidos, é o melhor ambiente para cuidados seguros, corroborando iniciativas como as supra descritas.

No lar

Os cuidados com os medicamentos precisam começar em casa, escolhendo o lugar ideal para acondicioná-los. As cozinhas e banheiros devem ser descartados por sofrerem variações constantes de temperatura, podendo alterar a qualidade e efetividade dos remédios. O especialista recomenda o armazenamento destes produtos em locais longe do calor e da luz direta, como guarda-roupa ou armários no quarto: “Pode-se colocá-los numa caixa e até mesmo mantê-los trancados, aumentando a segurança de toda a família”.

E em qualquer caso de intoxicação, deve-se buscar imediata orientação médica e/ou farmacêutica.

A ePharma dispõe de um conjunto de serviços consistentemente estruturados para conduzir situações como esta. Trata-se do Concierge da Saúde, serviço de orientação remota suprido por farmacêuticos, nutricionistas, psicólogos, médicos, entre outros profissionais da saúde, habilitados, capacitados e atualizados a atender e prover as mais indicadas orientações em casos como estes.

“Não tome nenhuma atitude de intervenção. Em alguns casos, isso pode prejudicar ainda mais a situação e ampliar os riscos para o paciente”, orienta Dr. Pedro Oliveira.

A ePharma

Referência em gerenciamento de benefícios farmacêuticos no Brasil desde 1999, a ePharma desenvolve soluções inovadoras para acesso e adesão a medicamentos oferecendo gestão e orientação especializada. Inovação, integração e cuidado em saúde são os pilares que sustentam a estratégia da companhia para atendimento aos seus clientes.

A ePharma está conectada a mais de 24 mil farmácias em mais de 2.700 municípios em todo o Brasil. São 28 milhões de usuários atendidos por ano em planos de medicamentos. A empresa realiza 6,5 mil procedimentos por mês em mais de 1,3 mil clínicas e laboratórios credenciados. Além disso, 40 mil pacientes são monitorados por mês em PSPs (Programas de Suporte a Pacientes) de indústrias farmacêuticas e operadoras de saúde. A empresa atende 200 clientes corporativos, 19 indústrias e 7 operadoras no país.

Em 5 anos, OMS quer reduzir em 50% erros relacionados à medicação