14/10/2015 08h40
Resultados descartaram hantavírus, H1N1, chikungunya e dengue.
G1
Os 20 exames de sangue realizados na jornalista Priscilla Sampaio, apresentadora da TV Morena, que morreu aos 32 anos no último dia 30 de setembro deram negativo. Não foi confirmada a causa da morte dela que ficou internada com sintomas de pneumonia aguda por dois dias em Campo Grande.
A Secretaria de Estado de Saúde (SES) de Mato Grosso do Sul descartou que a morte tenha sido causada por hantavírus, gripe “A” H1N1, febre chikungunya e dengue. A SES informou que o caso será concluído como morte provocada por pneumonia sem fator determinante.
Morte
A jornalista Priscilla Sampaio morreu na madrugada de 30 de setembro, em Campo Grande. Ela foi internada na manhã de 28 de setembro após reclamar de falta de ar e foi diagnosticada com pneumonia.
Priscilla não resistiu e morreu durante a madrugada. Ela era casada e deixa um filho de um pouco mais de um ano de idade.
Investigação
Em um primeiro momento, os médicos descartaram a possibilidade de Priscilla ter contraído gripe “A” H1N1 ou dengue. A rápida evolução da doença que ainda não foi diagnosticada foi o que mais surpreendeu os médicos.
Um equipamento para facilitar a circulação de sangue nos pulmões foi utilizado pela primeira vez em Mato Grosso do Sul. A nefrologista Heloísa Fujinaka afirmou que a equipe técnica fez de tudo para salvá-la.
Heloísa está muito abalada porque tinha uma relação próxima com a jornalista, que tocou no casamento da médica.
“Foi coberto todos os tipos de infecção, infecção bacteriana, infecções virais, infecções por fungos, isso é o tratamento para uma infecção. Foi dado todo suporte de ventilação mecânica, de drogas para manter a pressão porque ela entrou em um choque séptico”, explicou a nefrologista.
A Secretaria Municipal de Saúde Pública (Sesau) de Campo Grande já foi notificada sobre o caso de infecção grave sem diagnóstico.

