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domingo, 18 de outubro, 2026

Em seis dias, MS registra aumento de 22,7% no número de casos de varíola dos macacos

Os novos casos são de moradores de Campo Grande e foram confirmados pela Secretaria Estadual de Saúde (SES), nesta quinta-feira (8).

Mato Grosso do Sul registrou um aumento de 22,7% no número de novos casos de monkeypox, doença conhecida como varíola dos macacos nos últimos cinco dias. Nesta quinta-feira (8), a Secretaria Estadual de Saúde (SES) confirmou mais 7 novos casos da doença.

Os pacientes confirmados recentemente, são seis homens e uma mulher, com idades entre 20 a 33 anos. No boletim do dia 03 deste mês, o estado contabilizava, 44 casos, hoje o número é de 54, além de possuir 66 suspeitos.

Os 66 casos suspeitos envolvem pessoas que moram nas seguintes cidades: Campo Grande, Três Lagoas, Paranaíba, Dourados, Aquidauana, Bonito, Fátima do Sul , Angélica, Figueirão, Iguatemi, Jardim, Maracaju, Nova Alvorada do Sul, Ponta Porã e Três Lagoas.

No dia 15 de julho a SES confirmou o primeiro caso de varíola dos macacos em Mato Grosso do Sul, sendo um homem, de 41 anos, que é residente em Campo Grande.

Transmissão

  • Ainda não se sabe se a varíola do macaco pode se espalhar por meio de sêmen ou fluidos vaginais. Também pode haver transmissão das seguintes formas:
  • Por materiais contaminados que tocaram fluidos corporais ou feridas, como roupas ou lençóis;
  • Da mãe para o feto através da placenta;
  • Da mãe para o bebê durante ou após o parto, pelo contato pele a pele;
  • Úlceras, lesões ou feridas na boca também podem ser infecciosas, o que significa que o vírus pode se espalhar pela saliva.

Conheça os sintomas

Os principais sintomas da varíola dos macacos são:

  • Febre
  • Dor de cabeça
  • Dores musculares
  • Dor nas costas
  • Gânglios (linfonodos) inchados
  • Calafrios
  • Exaustão

Como se proteger

O uso de máscaras, distanciamento e a higienização das mãos são formas de evitar o contágio pela varíola dos macacos.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reforça a adoção dessas medidas, frisando que elas também servem para proteger contra a Covid-19.

FONTE: G1