25/06/2017 07h40
Além da versão clássica da droga, o carregamento tinha 200 quilos da supermaconha chamada “skunk
Campograndenews
A PRF (Polícia Rodoviária Federal), informou que depois de pesada a droga apreendida no meio de uma carga de Aveia neste sábado totalizou a quantidade de 1.608 kg de maconha, sendo que a droga estava em um caminhão Mercedez Bens de cor vermelha com placas GLA 1935 de Luziâni Goiás, conduzido por P.R.A, morador de Porto Velho RO, e foi apreendida na base operacional da cidade de Caarapó na rodovia BR 163, Km 215.
Segundo o motorista P.R.A, o destino da viagem era Porto Velho, capital de Rondônia. Ele ainda informou que receberia R$ 80 por quilo de droga transportada. O flagrante foi na BR-163.
Nesta semana, Mato Grosso do Sul teve apreensão recorde de maconha. Na segunda-feira (dia 19), a PRF e a PF (Polícia Federal) apreenderam 22,6 toneladas da droga, que corresponde a segunda maior registrada no Brasil. O flagrante ficou atrás apenas da apreensão de 24,5 toneladas feita pela PRF em Porto Camargo, no Paraná, em novembro de 2015.
Além da versão clássica da droga, o carregamento tinha 200 quilos da supermaconha chamada “skunk”, mais concentrada e com elevado THC (Tetra-hidro-canabinol). Avaliada em R$ 23 milhões, a droga viajava em meio a um carregamento de farelo de soja. A carga, que tinha como destino o interior paulista, foi interceptada em Ponta Porã. carregamento de entorpecente estava escondido em meio à carga de aveia.
Segundo o motorista Pedro Rezende Ambrosini, o destino da viagem era Porto Velho, capital de Rondônia. Ele ainda informou que receberia R$ 80 por quilo de droga transportada. O flagrante foi na BR-163.
Nesta semana, Mato Grosso do Sul teve apreensão recorde de maconha. Na segunda-feira (dia 19), a PRF e a PF (Polícia Federal) apreenderam 22,6 toneladas da droga, que corresponde a segunda maior registrada no Brasil. O flagrante ficou atrás apenas da apreensão de 24,5 toneladas feita pela PRF em Porto Camargo, no Paraná, em novembro de 2015.
Além da versão clássica da droga, o carregamento tinha 200 quilos da supermaconha chamada “skunk”, mais concentrada e com elevado THC (Tetra-hidro-canabinol). Avaliada em R$ 23 milhões, a droga viajava em meio a um carregamento de farelo de soja. A carga, que tinha como destino o interior paulista, foi interceptada em Ponta Porã.



