30/09/2014 06h
As ações da estatal sofreram grande queda nesta segunda-feira (29).
UOL
Entre as grandes empresas presentes em Bolsas na América Latina e nos EUA, a Petrobras foi a única que teve queda no retorno de suas ações e no seu valor de mercado em quase quatro anos (de 31 de dezembro de 2010 até a última sexta-feira (26). O período coincide com o governo Dilma Rousseff (PT).
Segundo a consultoria Economatica, o retorno das ações ordinárias (PETR3, que dão direito a voto) da estatal caiu 50,59% em dólares (27,91% em reais). A queda nas ações preferenciais (PETR4, prioridade para receber dividendos) foi de 38,18% em dólares (9,8% em reais).
As ações da estatal sofreram grande queda nesta segunda-feira (29).
O retorno é o valor total líquido obtido com as ações. Seu cálculo inclui o preço, eventuais dividendos e custos de operações (as corretoras cobram pelo serviço de compra e venda de ações; também há incidência de Imposto de Renda).
Variação do retorno de ações (de 31/12/10 a 26/9/14)
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1 Exxon Mobil (EUA, Petróleo) 43,69%
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2 Coca-Cola (EUA, alimentos e bebidas) 42,84%
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3 IBM (EUA, eletroeletrônicos) 38,87%
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4 Cisco (EUA, eletroeletrônicos) 34,39%
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5 Schlumberger (EUA, prospecção de petróleo) 30,98%
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6 Bank of America (EUA, finanças) 29,84%
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7 Oracle (EUA, software e dados 29,20%
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8 Citigroup (EUA, finanças) 11,37%
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9 Petrobras PN (Brasil, petróleo) – 38,18%
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10 Petrobras ON (Brasil, petróleo) – 50,59%
Em relação ao valor de mercado, a Petrobras era avaliada em US$ 228 bilhões em dezembro de 2010. Na última sexta-feira, o valor havia caído para US$ 108,9 bilhões, ou seja, menos da metade (perda de 52%).
A Economatica comparou somente empresas com valor de mercado acima de US$ 100 bilhões. Foram analisadas 38 companhias.
A empresa que teve maior valorização de ações foi a Exxon Mobil, com ganho de 43,69% no período. A Coca-Cola foi a que ganhou mais valor de mercado, indo de R$ 152,7 bilhões para US$ 185,09 bilhões (21% de alta).
Variação do valor de mercado (de 31/12/10 a 26/9/14)
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1 Coca-Cola (EUA, alimentos e bebidas) De US$ 152,7 bi (31/12/10) para US$ 185,9 bi (26/9/14) – variação: US$ 32,36 bi
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2 Philip Morris (EUA, cigarros) De US$ 106,2 bi para US$ 130 bi – variação: US$ 23,82 bi
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3 Citigroup (EUA, finanças) De US$ 137,41 bi para US$ 159,14 bi – variação: US$ 21,73bi
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4 Schlumberger (EUA, prospecção de petróleo) De US$ 113,93 bi para US$ 134,13 bi – variação: US$ 20,20 bi
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5 Ambev (Brasil, bebidas) De US$ 86,64 bi para US$ 105,8 bi – variação: US$ 19,14 bi
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6 Cisco (EUA, eletroeletrônicos) De US$ 112,13 bi para US$ 127,48 bi – variação: US$ 15,35 bi
-7 Oracle (EUA, software e dados) De US$ 158,14 bi para US$ 172,6 bi – variação: US$ 14,46 bi
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8 AT&T (EUA, telecomunicação) De US$ 173,64 bi para US$ 182,95 bi – variação: US$ 9,33 bi
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9 IBM (EUA, eletroeletrônicos) De US$ 182,33 bi para US$ 189,6 bi – variação: US$ 7,27 bi
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10 Petrobras (Brasil, petróleo) De US$ 228,21 bi para US$ 108,933 bi – variação: – US$ 119,28 bi
Fonte: Economatica


