15/09/2016 18h
Espetáculo “Jim” será apresentado nesse fim de semana no Teatro Glauce Rocha
Assistido por mais de 100 mil espectadores, peça retorna aos palcos nos dias 16, 17 e 18 de setembro, no teatro Glauce Rocha, em nova turnê do Vivo EnCena, comemorando 20 anos de carreira do ator Eriberto Leão
Divulgação: Dora Nunes
Sucesso de público e crítica, “Jim” estreia sua segunda turnê Vivo EnCena no Teatro Glauce Rocha, em Campo Grande. Depois segue para Salvador, Florianópolis, Porto Alegre e São Paulo. O espetáculo terá apresentações únicas na cidade nos dias 16, 17 e 18 (sexta, sábado e domingo). Após a sessão do dia 17 de setembro, haverá um bate-papo da série “Encontros Vivo EnCena”, com a participação dos artistas Eriberto Leão e Renata Guida e Expedito Araujo, curador do projeto. Além da proximidade com a artista, o encontro permite aos participantes conhecer e compartilhar histórias inspiradoras e ideias transformadoras para a cultura brasileira.
“Jim era um pensador, um filósofo. Suas palavras são perenes, não ficam datadas. O maior legado dele é a poesia, então se fizéssemos um musical biográfico convencional não estaríamos sendo fiéis ou coerentes com a obra dele”, revela o ator Eriberto Leão, protagonista do musical “Jim”, de Walter Daguerre, que conta a história de um homem que não conheceu o vocalista do The Doors, mas teve sua vida pautada por suas ideias e ideais. Um espetáculo-show não biográfico, idealizado por Eriberto, dirigido por Paulo de Moraes é inspirado na obra poética de um dos maiores ícones do rock. “Quando comecei a pesquisar, descobri um Jim Morrison que não imaginava e que muita gente não sabe quem é, então vimos que precisávamos trazer uma outra ideia do Jim para o público”, detalha o autor. São 11 canções clássicas do The Doors, como “Ligth My Fire”, “The End”, “Riders on the Storm”, cantadas ao vivo por Eriberto. Em cena 2 atores e 3 músicos (teclado, guitarra e bateria).
“Queremos revelar o mundo interno de JIM. Não quero contar a história dele, interpretar sua biografia. A única coerência que me interessa é em relação à poesia do Jim. A grande luta da vida dele era para ser reconhecido como poeta”, relata Eriberto, que interpreta João Mota, um homem de quase 40 anos, que não conheceu Morrison pessoalmente, mas durante anos sonhou em seguir os passos do ídolo, como artista e ser humano. “São dois planos paralelos, Mota num acerto de contas com Jim, e o vocalista encarnado no personagem, que quer se matar, achando que foi isso que o ídolo fez”, destaca o diretor.
Na trama, João está diante do túmulo de Jim, em Paris, no cemitério Père-Lachaise, com uma arma em punho, para acertar as contas com o vocalista, que morreu antes de Mota o conhecer. Ele tem apenas uma bala, uma pequena peça de chumbo com a qual pretende transformar seu destino num jogo se azar. Seria um acontecimento simples, se não fosse a presença diabólica de Jim e a aparição de uma misteriosa mulher, interpretada por Renata Guida, que representa o feminino de
diversas formas- Pamela Morrison (mulher de Jim), a esposa de João Mota e ainda a mãe Terra. A presença da personagem pode ser interpretada também como uma consciência intuitiva profunda de João.
Eriberto Leão, grande fã de Jim Morrison e do The Doors, tem esse projeto desde que conheceu a banda em 1991 e, através deles descobriu sua vocação como ator. “Conheci eles com 18 anos, vendo o trailer de um filme sobre o The Doors. Depois disso vi três sessões seguidas e fiquei alucinado. Eu sempre soube que iria fazer esta peça. Isso me influenciou muito, inclusive na minha profissão”, conta o ator que completa 20 anos de carreira.
Conhecido por performances intensas e teatrais, letras recheadas de simbolismo, referências ao xamanismo e uma personalidade selvagem, o vocalista do The Doors, cantor, compositor e poeta norte-americano, ganha uma homenagem que traz suas referências ideológicas não apenas por meio de seus versos, mas de seus ídolos, grandes nomes da literatura, como Wiliam Blake, Baudellaire, Rimbaud, Nietzsche, entre outros. Um texto que perpassa por conceitos de mitos pagão e arquétipos, além de apresentar uma abordagem que dá enfoque ao lado poético e simbolista de Morrison.
“Todos tem muitos “eus” que não demonstram. O João expressa os pensamentos, contradições, expondo toda sua fragmentação. Ele gostaria de ter uma vida tão intensa quanto a do Jim, mas não teve, então ele chega aos 40 anos e tem uma crise, daí toda a angústia e tormento”, explica Daguerre. Ao longo de uma bem sucedida trajetória nos palcos, o espetáculo recebeu o Prêmio APTR 2014 nas categorias “Melhor Iluminação” e “Melhor Música”, além de diversas indicações aos prêmios Shell e Cesgranrio.
SERVIÇO: “JIM”
Sessões: 16 de Setembro – Sexta-feira – 21h
17 de Setembro – Sábado – 21h
18 de Setembro – Domingo – 20h
Local: Teatro Glauce Rocha
Valores: R$ 80,00 Inteira / R$ 40,00 Meia
POSTOS DE VENDA:
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Sésamo Gelato e Café – R. Antônio Maria Coelho, 3.443 (entre Espírito Santo e Goiás) – Minds English School – Av. Afonso Pena, 3.165 (entre 13 de Junho e Artur Jorge)
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Mormaii – Shopping Campo Grande – 1º Piso
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1/4 Colchões – Av. Afonso Pena, 3.835
VENDAS ON LINE: www.bilheteriarapida.com.br
CLASSIFICAÇÃO: 14 anos
DESCONTOS AUTORIZADOS
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Meia entrada obrigatória por lei (estudantes, aposentados e idosos (à partir de 60 anos, deficientes físicos e doadores de sangue);
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FICHA TÉCNICA
Texto: Walter Daguerre Direção: Paulo de Moraes Elenco: Eriberto Leão e Renata Guida Músicos: Antonio Van Ahn (teclado), Felipe Barão (guitarra) e Rorato (bateria) Direção musical: Ricco Vianna Cenografia: Paulo de Moraes Figurinos: Rita Murtinho Iluminação: Maneco Quinderé Coordenador do projeto: Eduardo Barata
Produção executiva: Denise Escudeiro e Bruno Luzes Produção e Assessoria de imprensa: Barata Comunicação
PRODUÇÃO LOCAL: Sparta Produções – Bruno Damus
Informações: (67) 8137-5490 / (67) 8408-5126 / Whatsapp – (67) 8182-2227


