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sábado, 17 de outubro, 2026

Explosivos e acessórios roubados serão rastreados conforme numeração

28/12/2016 06h10

Exército e Polícia Civil acompanham o caso

Correio do Estado

Explosivos e acessórios roubados, da Pedreira São Luiz, localizada na saída para Rochedo, em Campo Grande, são numerados e devem ser rastreados com mais facilidade. A informação foi repassada por meio de nota, na tarde de hoje, pelo Comando Militar do Oeste (CMO).

Na ocasião, criminosos levaram 11 caixas de dinamites, que equivalem a 275 quilos de material explosivo, e 836 metros de pavio. A empresa é monitorada por câmeras, mas os assaltantes levaram equipamento que armazenava imagens.

Ainda em nota oficial, o CMO informou que a pedreira está cadastrada na Seções de Fiscalizações de Produtos Controlados (SFPC), com documentação regular e que a última inspeção aconteceu neste ano.

Exército Brasileiro e Polícia Civil trabalham na investigação.

SEGURANÇA

Segurança dominado por assaltantes em pedreira na noite de ontem é deficiente físico. Segundo a polícia, ele sofre de doença degenerativa e tem dificuldade para caminhar e falar. Limitações que podem ter facilitado para que fosse dominado e amarrado enquanto vigiava a empresa.

O trabalhador permaneceu cerca de 10 horas imobilizado e foi encontrado apenas hoje pela manhã. Aluno-sargento Marcelo Erli Dia, do Batalhão da Popular, contou ao Portal Correio do Estado que soube do caso por denúncia feita ao 190. “Funcionários chegaram na manhã de hoje para trabalhar e encontraram o local arrombado e sem o segurança”.

ISOLADO

Segundo o militar, o roubo aconteceu por volta das 20h e o funcionário foi encontrado imobilizado e ferido apenas por volta das 6h. “Fui até um galpão que fica distante da sede e estava vazio e encontrei o segurança amarrado. Ele disse que foi agredido com pancadas de madeira ou ferro nas pernas e levou soco no rosto”, disse o policial.

Ainda conforme informações, o segurança atuava sem arma e por causa de doença degenerativa tem dificuldades para andar e falar.

A vítima declarou que estava na portaria quando dois assaltantes chegaram, armados, e invadiram a pedreira. O trabalhador foi amarrado e levado até o galpão isolado. Ele lembrou, ainda, que algum tempo depois escutou barulho de caminhão que parecia ser de porte pequeno saindo do local.

Foi constatado que os criminosos levaram 11 caixas de dinamites, que equivalem a 275 quilos do explosivo. Além disso, levaram 836 metros de pavio. A empresa é monitorada por câmeras, mas os assaltantes levaram equipamento que armazenava imagens. O caso é investigado. (Colaborou Renan Nucci)

Documentação da pedreira está regular - Foto: Bruno Henrique/Correio do Estado