04/01/2016 08h30
Homem procurou a Delegacia dizendo ter esperado das 11h30 às 16 horas sem que o médico de plantão aparecesse para atender.
Agazetanews
Sérgio Antônio Belorini, de 42 anos, procurou a Delegacia de Polícia Civil local no final da tarde de sábado, 2 de janeiro, para denunciar falta de atendimento médico no Hospital Municipal, em Sete Quedas.
Segundo consta no boletim de ocorrência de preservação de direito registrado na Delegacia local, Sérgio teria chegado à unidade de saúde por volta das 11h30 da manhã e até às 16h não havia aparecido médico para atender as pessoas que ali estavam, entre elas uma idosa que estaria com forte dores no pelo corpo e tosse contínua.
De acordo com relato do comunicante à polícia, indagada sobre o médico de plantão na unidade de saúde, a atendente teria informado que ele estava na cidade vizinha de Tacuru a 45 quilômetros de distância e já estaria se deslocando para Sete Quedas.
Diante da permanência da demora para a chegada do profissional, as pessoas ali esperando atendimento teriam cobrado da atendente novamente e ela teria informado que tentava estabelecer contato via telefone com o médico, mas ele não atendia as camadas, ou seja, o telefone tocava até cair a ligação.
Procurada pela reportagem do grupo A Gazeta, a Prefeitura de Sete Quedas informou que o médico de plantão na unidade de saúde teria deixado o município para acompanhar a remoção de uma criança que precisou ser transferida as pressas, a chamada “vaga zero”, mas que irá apurar se houve algum problema em relação ao acionamento do médico de sobreaviso na ocasião.
Pelas normas toda pessoa transferida de uma unidade de saúde em situação de emergência extrema, ou seja, em “vaga zero” é obrigatório o acompanhamento de um médico.

