Autor foi denunciado por homicídio culposo, há pouco mais de um mês, na mesma data em que o jovem faria aniversário de 24 anos.
27/11/2019 10h10 – Por: G1 MS
A família de Moisés Luis da Silva Oliveira, que faleceu aos 22 anos após ser vítima de um atropelamento no cruzamento da avenida Ceará com a Euclides da Cunha, em Campo Grande, continua a clamar por justiça 1 ano e 7 meses após o crime. Segundo o irmão da vítima, o autor foi denunciado por homicídio culposo, há pouco mais de um mês, na mesma data em que o jovem faria aniversário.
“No dia em que o Moisés faria mais um ano de vida, ele [autor] finalmente houve a denúncia por homicídio culposo (sem intenção de matar). A promotora reconheceu todos os agravantes na alegação dela, como a embriaguez, o fato do meu irmão estar atravessando na faixa de pedestres e a falta de socorro. Mesmo assim, ele insiste em dizer que não teve a intenção em matar”, afirmou ao G1 o estudante Felipe Luis da Silva Oliveira, de 23 anos.
Na ocasião, a família ressalta que o acusado estava alcoolizado, em alta velocidade e não parou para prestar socorro. “Ele somente foi preso em casa porque a placa do carro dele ficou no local do acidente, porém, antes mesmo do sepultamento, ele já estava solto por ter pago a fiança. Ele cometeu uma barbárie, matou meu irmão arremessado a 55 metros de distância e sequer procurou a família para se desculpar ou até mesmo reparar alguma despesa”, lamentou.
A reportagem tentou contato com a defesa do réu, porém, não conseguiu contato até a última atualização da reportagem.


