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sábado, 17 de outubro, 2026

Força-tarefa descobre alimentos impróprios para consumo em loja do Extra

26/05/2017 08h20

Após receber denúncia anônima, operação descobriu venda de produtos vencidos, alguns como peixe e queijos, há mais de 15 dias.

G1 MS

Uma força-tarefa composta por fiscais do Procon/MS e da Vigilância Sanitária e policiais da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra as Relações de Consumo (Decon) faz uma operação na manhã desta quinta-feira (25) na loja do Extra Hipermercados, na rua Maracaju, em Campo Grande, em que constatou que vários alimentos impróprios para o consumo estavam sendo comercializados.

O G1 entrou em contato com a assessoria do Extra Hipermercados em Campo Grande que informou que aguarda a conclusão da operação e o laudo da vistoria para se pronunciar sobre o caso.

A operação foi deflagrada após o Procon/MS receber uma denúncia anônima, feita por um cliente do mercado, de que alimentos estragados estavam sendo vendidos no estabelecimento. Nesta quarta-feira (24), o órgão de defesa do consumidor mandou um fiscal a paisana ao mercado, que constatou a veracidade da denúncia.

A fiscalização ao estabelecimento começou às 7h (de MS) e conta com a participação de aproximadamente 20 pessoas, entre fiscais e policiais. Em pouco mais de duas horas de vistoria, já foram apreendidos cinco carrinhos com produtos em situação irregular, como peixes, queijos, yogurtes e carnes, entre outros.

Segundo o Procon, um dos casos que mais chamou a atenção dos integrantes da força-tarefa, foi quanto a produtos como queixo e peixes que estavam vencidos há mais de 15 dias, alguns, inclusive, apresentando bolor. Outros itens estavam com embalagens violadas ou não tinham informações sobre o prazo de validade.

Em razão das irregularidades já encontradas, o setor de pescado do Extra foi fechado. A fiscalização ainda prossegue no estabelecimento, mas os órgãos integrantes da força-tarefa já adiantaram que o estabelecimento além da autuação pelas irregularidades, será multado. O valor deve variar de R$ 5 mil até a R$ 55 milhões.

Fiscais do Procon e Vigilância Sanitária e os policiais da Decon durante a operação desta manhã (Foto: Polícia Civil/Divulgação)