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Acampar fora das áreas reservadas para isso é proibido no Brasil
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Acampar fora das áreas reservadas para isso é proibido no Brasil


Acampar se tornou uma das formas mais procuradas de turismo nesta pandemia pela Covid-19. Os viajantes mais aventureiros têm investido em  barracas e itens de acampamento para sair um pouco de casa e curtir uma experiência barata, naturalmente ao ar livre, geralmente com pouca concentração de pessoas e/ou em lugares isolados. 

Entretanto, não é todo mundo que escolhe um camping para passar a noite ou alguns dias, mas sim um local aberto sem a infraestrutura de banheiro, cozinha, pontos de iluminação e wi-fi. Apesar de ilegal, a modalidade de acampamento selvagem também vem ganhando adeptos .


Para além da ilegalidade em diversos estados do Brasil, o  acampamento selvagem requer alguns cuidados especiais por parte de quem o pratica, já que não é somente a estrutura de camping que é deixada de lado, mas também o conhecimento de um guia local.

Por isso, a primeira recomendação é que a pessoa estude bem o lugar. É importante conseguir o máximo possível de informações sobre como é a vegetação, o clima, quais animais habitam o lugar e como é a trilha de acesso. Assim é possível decidir quais itens são essenciais para sua estadia.

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Acampamento ao ar livre
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Acampamento ao ar livre


Cuidado!

Um dos cuidados que muitos guias e mochileiros experientes ressaltam é o de evitar montar acampamento em leitos de rio seco ou em cachoeiras que aparentemente estão com fluxo reduzido. Isso porque o viajante pode ser surpreendido por uma tromba d’água, que é quando chove muito na nascente do rio e o fluxo demora para atingir a parte que está aparentemente seca. Quando a água chega é tudo muito rápido e o acamper corre sérios riscos de morte.

“Muitas vezes o acampamento selvagem acontece de um jeito desordenado, em locais que não são adequados, como reservas ambientais, gerando diversas infrações (fogueiras em local inadequado, resíduos de alimentos e lixos, pesca indevida, entre outros)”, aponta Adriana Gradim Perdiza, presidente do Sindicato Estadual dos Guias de Turismo de São Paulo (SINDEGTUR SP).

Ela ressalta que existe um trabalho conjunto dos guias de turismo com a polícia ambiental, pois como o acampamento selvagem cresceu bastante e as áreas escolhidas geralmente são grandes, é difícil cobrir tudo. “Um dos nossos objetivos é ajudar na preservação, seja urbana ou ambiental. Nós ajudamos na fiscalização denunciando casos de acampamento selvagens e/ou irregularidades”, conclui.

A fogueira de acampamentos ilegais podem causar incêndios em áreas protegidas
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A fogueira de acampamentos ilegais podem causar incêndios em áreas protegidas
Fonte: IG Turismo

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