O corpo de Thiago foi encontrado na tarde desta quarta-feira (21) por policiais civis de Dourados, que assumiram as investigações
Desaparecido desde o dia 11 deste mês, Thiago da Silva Machado foi sequestrado, assassinado a tiros e teve o corpo enterrado em uma cova rasa, numa fazenda no município de Aral Moreira, na fronteira com o Paraguai. Morador no distrito de Bocajá, no município de Laguna Carapã.
O corpo de Thiago foi encontrado na tarde desta quarta-feira (21) por policiais civis de Dourados, que assumiram as investigações.
As primeiras informações extra-oficiais revelavam que o homem foi encontrado morto no açude, mas, de fato, o cadáver havia sido enterrado a poucos metros do lago. Equipes do 4º Grupamento do Corpo de Bombeiros em Ponta Porã fizeram a remoção do corpo, que foi encaminhado para o Imol (Instituto Médico Legal).
A Polícia Civil ainda não se manifestou oficialmente sobre as investigações, mas relatos de moradores do distrito revelam que pelo menos três suspeitos já foram presos.
Thiago foi visto pela última vez no dia 11 de janeiro, no distrito onde morava. Desde então, não manteve contato com familiares nem amigos, o que levou ao registro do desaparecimento e ao início das buscas.
Parentes e amigos se mobilizaram para tentar localizá-lo. O grupo divulgou informações nas redes sociais e percorreu a comunidade em busca de pistas sobre o paradeiro de Thiago.
Ontem, logo após o corpo ser encontrado, moradores do distrito revelaram que Thiago tinha furtado uma caixa de som do bar, mas havia devolvido o equipamento em seguida.
Entretanto, frequentadores do estabelecimento teriam se revoltado com o caso e decidiram matar o morador. Uma mulher que frequenta o bar estaria entre os suspeitos.
Moradores do distrito estão indignados com o crime. Segundo eles, Thiago da Silva Machado não era bandido e furtou a caixa de som no momento em que estava embriagado. A polícia ainda trabalha no caso e só deve revelar detalhes das investigações na segunda-feira (26).
Fonte: Campograndenews

