19/12/2013 10h30
Veículos pegaram fogo após a colisão, o que dificultou o trabalho do Núcleo de Perícias
Douradosagora
A identificação dos corpos da maioria das vítimas da tragédia na BR-267, ocorrida às 3h de ontem (18), pode levar de um a dois meses, segundo o coordenador geral de Perícias do Estado, Nelson Firmino Júnior. Dos 12 mortos na colisão da Van, de Três Lagoas, com uma carreta carregada com carne, oito ficaram totalmente carbonizados e só irão ser identificados por meio de exame de DNA.
De acordo com Firmino Júnior, oito corpos foram localizados e devem ser encaminhados para o IMOL (Instituto Médico e Odontológico Legal) de Campo Grande. Peritos vão coletar material genético dos corpos e de parentes para identificá-los.
Algumas pessoas tiveram os corpos calcinados no acidente, já que a Van e a carreta pegaram fogo após a colisão. Neste caso, o fogo destruiu todo o tecido muscular e as vísceras das vítimas. “Exame de osso é difícil, no caso de queima, é extremamente difícil”, admitiu. “Houve uma queima intensa”, contou.
Peritos no local
Mais de 24 horas após o acidente, os peritos continuam no local da tragédia tentando resgatar vestígios de corpos entre as ferragens dos dois veículos. Somente após a conclusão dos trabalhos, os corpos serão encaminhados para o IMOL de Campo Grande.
Este é um dos motivos da divergência sobre o número de mortos na tragédia. Inicialmente, foram confirmadas 11 mortes. No entanto, ontem à tarde, foram divulgados 12 nomes.
Liberação
Somente três pessoas tiveram os corpos liberados para velório ontem: o motorista da carreta, Miguel Benites Meireles, 38 anos, e os comerciantes Adilson Rodrigues de Souza, 45, e Antonio Pereira Carneiro. (Com informações – Campo Grande News)

