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sábado, 17 de outubro, 2026

INFORME JN por João Natalício

22/03/2016 18h30

INFORME JN por João Natalício

Divulgação: Dora Nunes

REPERCUSSÃO

  • Teve grande repercussão nas cidades de Pedro Juan Caballero e Ponta Porã a reportagem do Jornal de Notícias publicada sábado passado a respeito da grande contribuição que os universitários vindos de vários Estados do Brasil e também de alguns países do Mercosul, trazem para a nossa fronteira em termos de economia, no aspecto social e relacionamento humano. É isso aí gente, o Jornal de Notícias cumpre muito bem o seu papel de divulgar positivamente a fronteira.

FIM DO PRAZO

  • Terminou ontem o prazo para a troca-troca de partidos para os políticos que devem disputar a eleição para prefeito e vereadores, sem enfrentar problemas com o Tribunal Regional Eleitoral. Foi a chance dada para a classe política para a busca de espaços e novas acomodações partidárias. A verdade é uma só: quem trocou, trocou e quem não trocou não troca mais.

  • Pelo sim, pelo não, esse novo posicionamento de alguns políticos será uma boa sinalização para indicar as suas pretensões com relação a eleição de outubro para o cargo Executivo. Mas ainda não é uma certeza absoluta para afirmar que este ou aquele dito-cujo será candidato a prefeito. Ainda há muito tempo daqui até as convenções partidárias do final de junho. Aí sim, quem estiver no partido, estará pronto para a largada.

MUITO SIGNIFICATIVA

  • Aqui em Ponta Porã está sendo muito significativa a provável ida do advogado Eduardo Campos para o PMDB, ele que até o começo desta semana era o presidente do PTB de Ponta Porã. Fontes bem informadas indicam que ele “foi convocado” pelo ex-governador André Puccinelli, liderança maior do PMDB no Estado.

CORRERIA

  • Esta semana o corre-corre dos políticos da fronteira foi grande por causa dessa proposta democrática da troca-troca de partido aproveitando essa “janela da infidelidade” que caiu do pulgatório. Pelo que tudo indica, o PMDB deve ter sido o partido que mais recebeu “infiéis”. Todo mundo procurando espaços e melhores acomodações partidárias para os seus projetos eleitorais do presente e do futuro.

  • Para este momento político, essa bagunça partidária é um fato normal, uma que, praticamente, a ideologia política é coisa do passado. Justiça seja feita, o PMDB é a única sigla partidária remanescente da época do regime militar, quando só existiam duas agremiações: MDB, que mais tarde transformou-se em PMDB, e ARENA, que depois transformou-se em PSD e logo depois virou no PP de Paulo Maluf.

  • Daquele período “revolucionário” agonizante permaneceram o PSB do Cid Campos, uma forte liderança política do Estado de São Paulo; o PDT de Leonel Brizola e o PTB de Ivete Vargas, ambas as siglas nascidas no Rio de Janeiro, uma vez que o PTB legítimo de Getúlio Vargas e João Goulart foi abatido pela “Revolução de 64”.

OUTROS

  • Convém destacar que o grande partido que surgiu logo em seguida no cenário nacional, foi o PT (Partido dos Trabalhadores) de Luiz Inácio Lula da Silva que agora vive o seu momento histórico sendo lembrado com veemência em todos os movimentos populares de protestos.

  • As demais siglas partidárias existentes no momento, com raríssimas exceções, ainda não têm história ou então pouco consideradas. Ou são partidos ocasionais ou chamados carinhosamente de nanicos.

PROTESTOS

  • Por tudo o que eu vi, ouvi e os analistas políticos comentaram a respeito dos efeitos dos protestos do último domingo contra a corrupção e o Governo Dilma, acho que vem chumbo grosso por aí. É a voz rouca das ruas…

  • Detalhe: milhões de vezes mandaram vários recados para os políticos, para o Governo, para o judiciário e para quem interessar possa. O Juiz Sérgio Moro é o cara. Esse foi o grande recado dos brasileiros que já consideram o magistrado um patrimônio nacional. Mais que isso: os outros heróis do povo brasileiro que protestou nas ruas são a Polícia Federal, o Ministério Público e a Operação Lava Jato. Os corruptos que se cuidem! Bem feito.

OUTRO JORNAL

  • Ponta Porã acaba de ganhar um novo jornal. O “Che Fronteira” do Pedro Zadyr está chegando para ficar. Sucesso, companheiro!

J. N. Oliveira

[email protected]

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