20/06/2015 08h50
Ele foi articulista do jornal Folha de Dourados e por mais de quatro décadas escreve para o Jornal O PROGRESSO.
O Progresso
O escritor e articulista de O PROGRESSO, José Alberto Vasconcellos, lança hoje o livro “O Choro dos Anjos”. A noite de autógrafos acontece a partir das 19h30 na Associação Comercial e Empresarial de Dourados (Aced).
“O Choro dos Anjos” reúne contos, crônicas e artigos. A obra reúne 73 textos, abordando desde histórias pitorescas pinceladas com humor, a fatos como a emancipação sóciopolítica e econômica de Dourados, o prédio da primeira prefeitura, posse do primeiro prefeito.
Segundo Vasconcellos, a escolha do título remete a crônica “A Alegria da Inocência”. “No referido texto está escrito que a inocência nasce com a criança e faz-lhe companhia, até que um dia, pelo decurso do tempo, abandona-a Emoldurada pela pureza de sua origem, a criança é, com certeza, o presente mais nobre e precioso que Deus dá ao homem, para completar a família, esvaziar incertezas, preencher vazios e perpetuar o gênero humano. Qualquer criança, em qualquer circunstância, nunca nega um sorriso a quem lhe dê atenção: seja ela rica ou pobre, branca, negra ou amarela; bem ou mal vestida. A inocência da criança é mágica: gera o mais espontâneo e sincero sorriso, que o ser humano consegue mostrar. Por isso os adultos têm a obrigação e o dever inarredável de protegê-la, para conservar sua aura de anjo e seu privilégio em enxergar o mundo sem preconceitos”, argumenta.
Autor
José Alberto Vasconcellos nasceu em Promissão (SP). Aos 12 anos, já era balconista, e em 1958, bancário. Em 1961, ingressou, por concurso, no Banco do Brasil, e no ano seguinte, chegou a Dourados. Recebeu do então Ministério do Exército, em 1970, diploma pela Cooperação Meritória na Execução da Lei do Serviço Militar. Graduou-se em Direito pela Faculdade de Direito do Triângulo Mineiro, e, a partir de 1976, iniciou a militância na advocacia Ricardo Nascimento, no XII Congresso Nacional de Procuradores de Estado. Em 2008, lançou seu primeiro livro “Testemunha da Lembrança”, no ano seguinte tomou posse na Academia Douradense de Letras (ADL), com assento na cadeira nº 33 titulada ao escritor Alfredo D’Escragnolle Taunay. Dois anos depois, lançou “Fadas, Raposas e Lobisomens”.
Ele foi articulista do jornal Folha de Dourados e por mais de quatro décadas escreve para o Jornal O PROGRESSO. Atualmente seus textos são publicados aos sábados, na página 2 do Primeiro Caderno.


