27/05/2014 13h10
Além do casal, amiga e irmão também estão presos por morte de criança em abril
R7
A Justiça do Rio Grande do Sul autorizou o pai de Bernardo Boldrini, de 11 anos, a passar por um detector de mentiras. O médico Leandro Boldrini; a madrasta, a enfermeira Graciele Ugulini; e a assistente social, Edelvânia Wirganovicz, estão presos desde que o corpo da criança foi encontrado em um matagal de Frederico Westphalen em 14 de abril. Ainda não foi definida a data que o detector de mentiras será utilizado.
A Justiça também negou o pedido de transferência da madrasta de Bernardo para outro presídio. Assim que foi presa, Graciele Ugulini, foi para a penitenciária de Ijuí. Mais tarde, no dia 3 de maio, ela foi transferida para a Penitenciária de Guaíba, na qual também está Edelvânia. A defesa da madrasta queria que ela fosse levada para um presídio mais perto da família, no Norte do Estado.
O pai, a madrasta e a amiga respondem processo por homicídio doloso com qualificadoras como motivo torpe e fútil e dissimulação que dificultou a defesa da vítima e também por ocultação de cadáver. Leandro também foi acusado de falsidade ideológica por ter registrado ocorrência de desaparecimento, colocando toda a comunidade à procura do filho, quando, segundo a acusação, já sabia que ele estava morto.


