O professor Anderson Vivan entrou em contato com a redação do site pontaporainforma, para expressar sua tristeza e indignação com um acidente ocorrido na manhã dessa quarta-feira, dia 29, envolvendo sua esposa Kat Vivan.
De acordo com o relato do professor, sua esposa seguia em uma moto pela rua Deputado Aral Moreira, quando nas proximidades do Supermercado Bom Gosto, após passar pela rotatória, foi atingida por um veículo de cor prata, placa do Paraguai, que vinha pela Rua Antônio João, e simplesmente foi embora sem prestar nenhum socorro a vítima, que após ter sua moto atingida, foi jogada no canteiro e por um milagre, nesse momento passava uma amiga da igreja que a reconheceu e parou imediatamente para socorrê-la e avisar a família sobre o acidente.
Vivan contou que sua esposa teve uma fratura na perna, sendo socorrida ao hospital onde passou por cirurgia para colocação de pinos e agora vem a dolorosa recuperação e o trauma que fica após um acidente de trânsito.
Enfático, o professor Vivan disse que não quer nada do atropelador, simplesmente que essa pessoa tenha consciência que bateu o seu carro em um ser humano, o “amor de algúem”, mãe, esposa, amiga. Acidentes podem acontecer, mas a solidariedade, o cuidado e a compaixão é questão de escolha.
Vivan disse que “sua rainha” ficou jogada no chão, sem que a pessoa que fez isso, parasse o carro para pelo menos ver como ela estava e chamar socorro.
Atropelar alguém e não prestar socorro é crime grave de omissão de socorro no trânsito, sujeito a detenção de seis meses a um ano ou multa, além de poder agravar penas de homicídio ou lesão corporal.
O que a lei exige
- Ajuda Direta ou Chamada: O condutor deve ajudar se for seguro, ou ligar imediatamente para a emergência (como o SAMU ou a polícia) caso não possa fazer o atendimento direto.
- Permanecer no Local: Ficar no lugar do acidente para aguardar o socorro demonstra cooperação e evita acusações mais graves de fuga e ocultação de responsabilidade
Veja o video no acidente

