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domingo, 18 de outubro, 2026

Leia a Coluna Informe J.N. com jornalista João Natalício (30/05)

Tudo indica que o nome do momento para a sucessão estadual, seria o ex-prefeito de Dourados, Murilo Zauith (DEM).

30/05/2018 11h50 – Jornal de Noticias

INFORME JN

INDEFINIÇÕES

  • O papo continua o mesmo de sempre: as definições de candidaturas e alianças para as eleições deste ano só depois da Copa do Mundo na Rússia. Pelo menos aqui em Mato Grosso do Sul o papo é esse. Principalmente entre os partidos acostumados com o poder como o PSDB, MDB, DEM e adjacências como PTB, PSD e outros.

  • Na verdade o verdadeiro motivo para tanta dúvida não é financeiro e nem ideológico, mas, sim, saber o que pensa o juiz Sérgio Moro e a Operação Lava Jato sobre os políticos aqui do Estado. Segundo consta, tem muita gente importante na política tupiniquim, já com quase um pé enroscado na gloriosa tornozeleira eletrônica, tida no momento como um símbolo da democracia.

JAGUANÉ

  • Deixando de lado esse assunto “Lava Jato”, vamos alertando alguns pré-candidatos com meio caminho andado para participação em algum esquema político vantajoso que, apesar de tudo, está começando o período dos jaguanés. Tem gente querendo puxar o tapete de gente por aí. A imprensa de Campo Grande, por exemplo, está especulando que o líder tucano Reinaldo Azambuja, neste momento, não garante vaga para o petebista Nelsinho Trad disputar o Senado pelo seu grupo político.

  • Pelo menos o Nelsinho Trad (PTB) está seguro que será candidato a senador pelo esquema tucano comandado pelo Reinaldo Azambuja. Eu acho que essa especulação de que o governador não garante nada para o Nelsinho é puro blefe, uma vez que o Reinaldo Azambuja precisa mais do Nelsinho Trad do que o petebista precisa dele.

  • Tudo indica que o nome do momento para a sucessão estadual, seria o ex-prefeito de Dourados, Murilo Zauith (DEM). Se as pré-candidaturas de Reinaldo Azambuja (reeleição) e do André Puccinelli (MDB) não vingarem por interferência judicial, não resta outro caminho para o PSDB, DEM, MDB e PTB do que apostar todas as fichas no representante douradense do Democratas.

  • E assim mesmo torcer muito para que um tornado com ventos de até 300 quilômetros por hora abale as estruturas do PDT e jogando muita areia nos olhos do juiz Odilon de Oliveira que no momento está mais tranquilo do que torcedor corintiano depois da vitória por 7×2 contra o Deportivo Lara lá na Venezuela pela Libertadores.

PONTA PORÃ

  • Aqui na terrinha do Rafael Modesto e do padre Paulo pouca coisa está acontecendo no setor político a não ser desabafos dos vereadores Brunoí (MDB) e Otaviano Cardoso (PSDB) reproduzidos em gloriosas espinafradas na administração municipal. O prefeito Hélio Peluffo não está se preocupando muito com essas cutucadas legislativas porque ele sabe os motivos porque os dois parlamentares estão fazendo isso. Muito compreensível. É só não abusar muito.

  • Falar em abusar muito, eu gostaria de sugerir a alguns políticos emergentes de Ponta Porã que seguissem o exemplo do decano político sul-mato-grossense Londres Machado no trato com seus companheiros, amigos e eleitores em geral. Ao longo da sua carreira de mais de 40 anos de vida pública ele sempre tratou a todos com o máximo respeito e cordialidade. Nunca falhou com ninguém e por isso sempre mereceu o
    respeito de todos.

PETROBRÁS

  • Finalmente aconteceu o que todo mundo temia. O povo brasileiro é quem vai pagar os desfalques dos rombos da Petrobrás provocados pelos assaltos dos políticos corruptos compostos por verdadeiras quadrilhas de ladrões do colarinho branco. O aumento desenfreado dos combustíveis será o começo de tudo, seguido da majoração da energia e outros reajustes que deverão pesar no bolso dos brasileiros que trabalham e também
    geram empregos.

  • Pelo menos se nas próximas eleições os eleitores de todo o Brasil eliminarem 70% dessa bandidagem que assaltou a Petrobrás e outras estatais e órgãos públicos ficaria de bom tamanho. Infelizmente, pelo andar da carruagem, não será isso que vai ocorrer. Tem muito malandro querendo continuar na roubalheira.

J. N. Oliveira

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