14/08/2014 13h40
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CONJECTURAS
REVIRAVOLTA
- A morte prematura do presidenciável Eduardo Campos (PSB) altera completamente o cenário na sucessão presidencial. Nos próximos dias, haverá uma grande incógnita sobre qual o caminho que a aliança em torno do falecido candidato tomará. Marina Silva será a candidata? Ou o PSB indicará outro nome? Mas neste caso, a vice aceitaria? Todas essas e outras perguntas estão no ar.
Particularmente acredito que Marina Silva deva substituir Campos e o PSB indicando um novo vice. Pelo menos esse é um primeiro cenário.
IMPACTO
- Essa tragédia com um dos presidenciáveis postado em terceiro lugar nas intenções de voto, certamente mexerá com os números da corrida sucessória. O que acontecerá, se alguém lucrará ou perderá, ninguém sabe.
O certo é que Eduardo Campos, político pernambucano, detinha muito respeito no meio político brasileiro e conquistou uma credibilidade importante no cenário nacional. Seu desaparecimento deixa uma herança política em aberto, sem sombra de dúvidas.
VOTO EM TRÂNSITO
- O prazo para o eleitor que pretende votar fora de sua cidade nos dias 5 e 26 de outubro, primeiro e segundo turno das eleições gerais, fazer o pedido à Justiça Eleitoral termina no dia 21 de agosto.
O voto em trânsito permite que ele vá às urnas em municípios com mais de 200 mil eleitores, mas só para escolher o presidente da República. Para estar apto a votar em outra cidade, o eleitor deverá procurar o cartório eleitoral, indicando onde estará no dia da votação.
Para fazer o pedido, é preciso levar um documento oficial com foto. Após o cadastramento, o cidadão fica impedido de votar na seção de origem, mas poderá pedir o cancelamento até o fim do prazo.
De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral, 86 cidades terão voto em trânsito. A lista das cidades pode ser verificada na página do tribunal na internet.
ACIDENTE?
- Nenhuma tese conspirativa ou algo parecido. Mas especialistas afirmaram ontem que quem está na aviação sabe que dificilmente um motor movido a jato explode. Pode – no máximo – pegar fogo e ser apagado pelos extintores que as turbinas possuem.
Segundo depoimentos, o jato em que estava o presidenciável Eduardo Campos caiu como uma bola de fogo, o que indica que ele teria explodido antes de descer desgovernado. Algo muito grave aconteceu, e só a investigação dirá… ou não dirá.


