23/07/2015 06h30
Prefeito elevou o piso salarial de R$ 260 ,para o atual valor de R$ 788
Divulgação (TP)
Dentro da sua política de valorização dos servidores municipais, o prefeito Ludimar Novais, encaminhou para a Câmara Municipal um Projeto de Lei reajustando pela segunda vez no seu mandato o piso salarial pago aos trabalhadores efetivos do município. A proposta foi colocada em pauta durante sessão nesta quarta-feira, sendo aprovada de forma unânime pelos vereadores.
Quando assumiu a administração municipal em janeiro de 2013, Ludimar que durante a campanha havia feito compromisso de resgatar o piso salarial, determinou a criação de uma comissão visando aumentar o valor de R$ 260, deixado pelo ex-prefeito Flávio Kayatt (PSDB), para no mínimo o valor de um salário mínimo nacional. Depois de um ano e seis meses, o projeto foi votado e aprovado pela Câmara Municipal, passando a valer a partir de julho de 2014.
Com o aumento, Ludimar conseguiu resgatar o valor do piso, favorecendo os servidores efetivos que tendo um salário maior, passaram a receber valores mais atrativos também referentes ao qüinqüênio que cada um tem direito e também sobre o percentual pago no caso de trabalho insalubre. Também ficou assegurada na Lei de autoria do atual prefeito que a partir de julho de 2014 os salários passariam a ter correção anualmente, deixando de sacrificar os trabalhadores como vinha ocorrendo até então.
HISTÓRICO:
Vagner Piantoni que assumiu a Prefeitura em 2001 foi obrigado a pagar parceladamente salários atrasados deixados pela gestão que o antecedeu. No final do seu mandato, ele concedeu reajuste para os servidores. Dobrou o piso à época de R$ 120 elevando para R$ 240, valor equivalente a 80% do salário mínimo da época que era de R$ 300.
Mas o reajuste concedido por Piantoni foi abortado em janeiro de 2005, quando Flávio Kayatt assumiu a Prefeitura Municipal. Ele voltou o valor aos R$ 120 (40% de um salário mínimo), mantendo esse valor até 2006, quando foi aumentado para R$ 260, valor que permaneceu até julho de 2013. A defasagem era tamanha que o piso quando Kayatt deixou a administração municipal correspondia a 41,80% de um salário mínimo.
Em janeiro de 2013, Ludimar Novais trouxe novas esperanças para os servidores. Depois dos estudos desenvolvidos inclusive com participação do Sindicato dos Servidores Municipais (Sindiporã), o prefeito enviou para votação na Câmara Municipal em julho de 2014, o Estatuto do Servidor e o aumento do piso de R$ 260 para o valor de um salário mínimo que à época era de R$ 724.
Neste mês, quando completou um ano do novo piso salarial em vigor, Ludimar Novais enviou novo projeto de lei para votação na Câmara Municipal, visando aumentar mais uma vez o piso e conceder aumento geral para as demais classes dos servidores municipais, tomando como base o Índice Geral de Preços de Mercado (IGPM) apurado no período de um ano.



