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segunda-feira, 19 de outubro, 2026

Magno Souza, do PCO, diz que irá recorrer da decisão que derrubou sua candidatura

Após ter sua candidatura impugnada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE/MS), Magno Souza, até então candidato ao Governo de Mato Grosso do Sul pelo Partido da Causa Operária (PCO), afirmou, neste domingo, que irá recorrer da decisão. 

Ao Correio do Estado, a assessoria de comunicação explicou que a Justiça barrar a candidatura de Magno é uma forma de pressão para desestabilizar o partido e a proposta de uma candidatura indígena. 

“Aqui estamos falando de uma candidatura indígena que denuncia os inúmeros crimes do Estado do MS, o uso contumaz e ilegal da Polícia Militar nas invasões do território reivindicado pelos índios.” pontua a nota. 

O partido também aponta que o requerimento de antecedentes criminais para registrar qualquer candidatura na Justiça Eleitoral fere os direitos políticos da população, entretanto, Magno cumpriu o estabelecido. 

Dessa forma, a nota acrescenta que resgatar o caso do roubo de uma bicicleta há dez anos é uma forma de pressionar o partido para acabar com a candidatura. Assim, a legenda irá tentar reverter a situação para que Magno volte a ser candidato ao governo. 

Entenda o caso 

Na última sexta-feira (9) o TRE-MS por meio da Procuradoria Regional Eleitoral (PRE-MS) barrou a candidatura de Magno Souza, por uma condenação criminal por causa do furto de uma bicicleta. 

A Procuradoria Regional aponta que, apesar de já ter transitado em julgado, ainda faz com que ele seja inelegível. 

Além de Magno, o vice em sua chapa, Carlos Martins Júnior, também teve a candidatura desautorizada por não prestar contas da campanha de 2020. disputou a prefeitura de Campo Grande como vice-prefeito, ao lado de Thiago Assad, também do PCO. 

Fonte: Correio do Estado