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sábado, 17 de outubro, 2026

Maio bate recorde de mortes pelo vírus H1N1: uma a cada 31 horas em MS

02/06/2016 07h

É o maior número de casos desde surgimento da gripe A

Em cinco meses, Mato Grosso do Sul registrou 32 mortes pela gripe A, que inclui os vírus H1N1, H3N2 e Influenza B. Só no mês de maio, conforme os boletins epidemiológicos da SES (Secretaria de Saúde do Estado), foram 23 mortes, uma média de cinco óbitos por semana e uma a cada 31 horas.

Com esses dados, 2016 bate o recorde de número de mortes desde que a gripe A passou a ser acompanhada, em 2009. Naquele ano, foram 23 mortes. Depois disso, o ano com maior número de casos havia sido 2014, com 29. Em relação ao ano passado, quando foram 7, mortes, o total deste ano é mais de 4 vezes superior.

Até o dia 4 de maio, desde o início de 2016, o registro de mortes em Mato Grosso do Sul era de 9. De lá para cá, os casos de óbitos foram se avolumando, chegando a 32 no boletim divulgado hoje.

Apesar do número preocupante, a Secretaria de Estado de Saúde reafima que não há surto da doença. Um dos principais argumentos para isso é o fato de que todos os óbitos vitimaram pessoas que apresentam comorbidades, ou seja, outras doenças, a maioria crônicas, por exemplo, diabetes ou presença do vírus HIV.

CONTAMINADOS / MORTES

Há 422 exames positivos para Influenza, sendo que 403 são de H1N1, oito para H3N2 e 11 para Influenza B. Campo Grande concentra a maioria das pessoas contaminadas (100 pacientes), seguido de Naviraí (45), Sonora (31), Dourados (26), Aquidauana (23) e Sidrolândia (21). São 30 cidades, de um total de 79, que registraram algum tipo do vírus da doença neste ano. Na Capital também concentra o maior número de mortes, confira os números em todos os municípios, na tabela abaixo:

Em cinco meses, Mato Grosso do Sul registrou 32 mortes pela gripe A, que inclui os vírus H1N1, H3N2 e Influenza B. Só no mês de maio, conforme os boletins epidemiológicos da SES (Secretaria de Saúde do Estado), foram 23 mortes, uma média de cinco óbitos por semana e uma a cada 31 horas.

Com esses dados, 2016 bate o recorde de número de mortes desde que a gripe A passou a ser acompanhada, em 2009. Naquele ano, foram 23 mortes. Depois disso, o ano com maior número de casos havia sido 2014, com 29. Em relação ao ano passado, quando foram 7, mortes, o total deste ano é mais de 4 vezes superior.

Até o dia 4 de maio, desde o início de 2016, o registro de mortes em Mato Grosso do Sul era de 9. De lá para cá, os casos de óbitos foram se avolumando, chegando a 32 no boletim divulgado hoje.

Apesar do número preocupante, a Secretaria de Estado de Saúde reafima que não há surto da doença. Um dos principais argumentos para isso é o fato de que todos os óbitos vitimaram pessoas que apresentam comorbidades, ou seja, outras doenças, a maioria crônicas, por exemplo, diabetes ou presença do vírus HIV.

CONTAMINADOS / MORTES

Há 422 exames positivos para Influenza, sendo que 403 são de H1N1, oito para H3N2 e 11 para Influenza B. Campo Grande concentra a maioria das pessoas contaminadas (100 pacientes), seguido de Naviraí (45), Sonora (31), Dourados (26), Aquidauana (23) e Sidrolândia (21). São 30 cidades, de um total de 79, que registraram algum tipo do vírus da doença neste ano. Na Capital também concentra o maior número de mortes, confira os números em todos os municípios, na tabela abaixo:

Lavar as mãos com água e sabão após tossir ou espirrar.

No caso de não haver disponibilidade de água e sabão, usar álcool gel.

Evitar tocar olhos, nariz ou boca.

Evitar contato próximo com pessoas doentes.

Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas.

Manter os ambientes bem ventilados.

Evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas de influenza.

Evitar sair de casa em período de transmissão da doença.

Evitar aglomerações e ambientes fechados (procurar manter os ambientes ventilados).

Adotar hábitos saudáveis, como alimentação balanceada e ingestão de líquidos.

Fonte: Midiamax

foto: (Arquivo/Midiamax)

Maio bate recorde de mortes pelo vírus H1N1: uma a cada 31 horas em MS