Ela e o piloto, identificado como Henrique Martin de Carvalho, morreram. O piloto foi sepultado na manhã deste sábado (4).
Mato Grosso do Sul aguarda a família ou algum representante legalmente constituído para a liberação do corpo da jornalista e pesquisadora alemã Lydia Theresia Möcklinghoff.
A pesquisadora estava em um avião Cessna Piper Sêneca, que caiu após decolar do Aeródromo Santa Maria, em Campo Grande, na manhã de sexta-feira (3). Ela e o piloto, identificado como Henrique Martin de Carvalho, morreram. O piloto foi sepultado na manhã deste sábado (4).
Conforme apurado pelo Jornal Midiamax, o corpo de Lydia ainda não foi liberado do Imol (Instituto de Medicina e Odontologia Legal). A liberação do corpo será realizada por familiar ou representante legalmente constituído, inclusive advogado ou integrante do consulado do país.
Investigadores do Seripa estão no local da queda
Neste sábado (4), equipes de investigadores do SERIPA IV (Quarto Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) estão no local da queda do avião para coleta e confirmação de dados, bem como a verificação dos danos causados à aeronave ou pela aeronave.
De acordo com o Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), o relatório final da investigação será divulgado no menor prazo possível.
“Reforça, ainda, que somente se pronuncia oficialmente sobre os resultados de suas investigações por meio da publicação do Relatório Final SIPAER, conforme previsto no art. 88-H da Lei nº 7.565/1986 (Código Brasileiro de Aeronáutica – CBA). Concluída a investigação, o Relatório Final será publicado no site do CENIPA, com acesso público.
As investigações conduzidas pelo CENIPA têm como único objetivo contribuir para a prevenção de acidentes aeronáuticos, disseminando lições aprendidas por meio dos Relatórios Finais de investigação e, quando aplicável, por intermédio das Recomendações de Segurança. As atividades não têm o propósito de atribuir culpa ou responsabilidade civil ou criminal por um acidente aeronáutico, mas, sim, de identificar os possíveis fatores contribuintes relacionados à ocorrência, com o propósito de preservar vidas por meio do fortalecimento da segurança do transporte aéreo”, acrescentou o Cenipa.
O Dracco/PCMS (Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul) vai investigar a queda de avião.
Queda de avião em Campo Grande
Em 3 de julho de 2026, um avião Cessna Piper Sêneca caiu após decolar do Aeródromo Santa Maria, em Campo Grande. Moradores ouviram o barulho e acionaram o Corpo de Bombeiros Militar.
As buscas duraram horas e as equipes encontraram a aeronave a 50 metros de distância do aeródromo. O avião era vinculado a uma empresa de táxi aéreo.
Na nota de pesar e esclarecimento publicada oficialmente nas redes sociais, a Amapil afirmou que as causas do acidente ainda estão sendo apuradas; no entanto, em respeito às famílias de Marcelo e Lydia, a empresa não se manifestará sobre quaisquer aspectos técnicos ou circunstâncias do acidente até que os trabalhos oficiais sejam concluídos.
Fonte: Midiamax

