30/09/2015 08h20
Com a mudança, apoio administrativo financeiro a outras pastas passa a ser atribuição da Secretaria de Estado de Casa Civil.
G1
A “minireforma” administrativa aprovada na sessão de ontem pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul deu mais poderes ao secretário Sérgio de Paula (Casa Civil), cuja pasta a partir de agora fica com a atribuição de dar apoio administrativo financeiro a outras pastas na nova estrutura do governo de Reinaldo Azambuja (PSDB).
Atualmente, a incumbência de dar apoio administrativo financeiro a outras pastas é responsabilidade da Segov (Secretaria de Estado de Governo e Gestão Estratégica).
As mudanças fazem parte do projeto aprovado pelos deputados estaduais que altera a estrutura administrativa do Poder Executivo. Entre as mudanças, a extinção da Governadoria Regional, sendo substituída por escritórios regionais.
Conforme o projeto, será criado ainda o Codesul (Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul). A atual Subsecretaria de Políticas Públicas para Mulheres, População Indígena e Juventude será desmembrada em três; criando três subpastas para cada um desses segmentos sociais.
A Segov perde ainda responsabilidades como acompanhamento e o monitoramento das ações dos programas prioritários das políticas públicas. As pastas de Administração; Saúde; Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho; Habitação e Cidades; Cultura, Turismo Empreendedorismo e Inovação tiveram suas atribuições modificadas.
Em sua justificativa, o governador argumenta que as adequações vão tornar as ações dos órgãos e entidades mais eficientes e condizentes com a situação administrativa e econômica do estado.
Estrutura
Reinaldo Azambuja (PSDB) assumiu o governo do estado em janeiro com uma nova estrutura administrativa, sancionada pelo ex-governador André Puccinelli (PMDB). Pastas foram extintas, fundidas ou criadas.
A Governadoria Regional era uma dos novos órgãos estaduais, que iria permitir a interlocução com as diversas regiões do estado. Nenhuma pessoa foi nomeada para ocupar a pasta até então. Com informações do G1.


