O Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) deve realizar até junho deste ano a transferência dos terrenos para a SPU (Superintendência do Patrimônio da União), a fim de viabilizar a regularização dos moradores que ocupam a faixa da rede ferroviária em Ponta Porã. A etapa é necessária para dar garantia jurídica às famílias.
A ferrovia da linha Ponta Porã, que passava por Maracaju, chegava a Campo Grande e tinha como destino a cidade de Bauru, no interior paulista. Ela foi inaugurada em 1953.
A medida integra o programa Imóvel da Gente, do Governo Federal, viabilizado por meio da SPU. O Governo Federal destinou mais de R$ 51 milhões em projetos voltados a dar função social a áreas ociosas da União em Ponta Porã.
A área mínima somada chega a 144.278 m², que envolvem a soma das destinações patrimoniais e investimentos federais em habitação, contemplando inovação, educação, desenvolvimento econômico e moradia.
Projetos
Além, disso foram destinados 60 mil m² para a construção de 185 unidades habitacionais pelo programa Minha Casa, Minha Vida, no Residencial Professora Elfrida Winckler. O investimento do Governo Federal é de R$ 24,18 milhões.
A construção do PTIn (Parque Tecnológico Industrial de Ponta Porã) contou com a destinação de uma área de 3.555 m², avaliada em mais de R$ 4 milhões. Já o Centro Tecnológico Educacional recebeu uma área de mais de 33 mil m², com valor estimado superior a R$ 7 milhões.
O Governo Federal também destinou um terreno de 27.723 m², avaliado em mais de R$ 12 milhões, para a construção do Mercado Municipal.
Fonte: Midiamax

