18/07/2014 20h20
O MPF pede que eles sejam condenados a ressarcir os prejuízos causados
Diario MS
O MPF/MS ajuizou ação de improbidade administrativa contra 6 pessoas envolvidas na malversação de mais de R$ 102 milhões da Fundação Carmen Prudente, conhecido como Hospital do Câncer de Campo Grande. O MPF pede que eles sejam condenados ao ressarcimento do prejuízo causado.
Os acusados são os ex-diretores do hospital Adalberto Abrão Siufi, Issamir Farias Saffar, Blener Zan e Luiz Felipe Terrazas Mendes; a ex-administradora Betina Moraes Siufi Hilgert e o empresário e ex-funcionários Adalberto Chimenes. Eles podem ser condenados às sanções previstas na Lei 8429/92 que prevê penas de perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio, ressarcimento integral do dano, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos de 8 a 10 anos, pagamento de multa civil de até 4 vezes o valor do acréscimo patrimonial e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou credíticios, direta ou indiretamente. O processo tramita sob segredo de justiça.

