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domingo, 18 de outubro, 2026

Para impedir extradição, Marin vai pedir prisão domiciliar nos EUA

06/07/2015 14h

Os advogados do cartola vão entrar com recurso na Justiça pedindo que a extradição seja barrada.

BOL

A defesa do ex-presidente da CBF José Maria Marin, que está preso na Suíça por conta de uma investigação sobre corrupção na Fifa, reagiu ao saber do pedido de extradição feito pelos Estados Unidos, e pretende evitar que o cartola seja transferido para uma prisão em Nova York. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.

Os advogados do cartola vão entrar com recurso na Justiça pedindo que a extradição seja barrada. Em paralelo, escritórios de advocacia contratados nos EUA vão negociar um acordo para que Marin pague multas e cumpra prisão domiciliar em seu apartamento em Nova York ou no Brasil.

Entre as estratégias que serão utilizadas pela defesa de Marin contra a extradição está o argumento de que há fragilidade nas provas apresentadas pela Justiça norte-americana.

A defesa também alega que no pedido de extradição não há revelações concretas de que o dirigente cometeu os crimes, que os argumentos apresentados são baseados apenas em delações de outros cartolas.

O governo dos EUA formalizou nesta quarta-feira (1º) o pedido de extradição do brasileiro e dos outros seis dirigentes presos na Suíça no último dia 27 de maio, durante um congresso da Fifa.

As prisões foram feitas a pedido do Departamento de Justiça americano, que acusa os cartolas de integrarem um esquema de cobrança de propina em acordos de transmissão de torneios, como Copa América e Copa do Brasil.

O cartola José Maria Marin