21/11/2014 09h10
O senador Ruben Figueiró (PSDB), é Cotado para a Casa Civil,
Midiamax
O governador eleito, Reinaldo Azambuja (PSDB), está adotando muita cautela ao escolher os nomes para compor a gestão dele. A preocupação é grande a ponto de, passados quase um mês da vitória, no dia 25 de outubro, o novo governador só ter escolhido três nomes.
A vice-governadora Rose Modesto (PSDB) foi a primeira anunciada e ficará com a Secretaria de Assistência Social. O segundo escolhido foi o presidente da Famasul, Eduardo Riedel, que é cotado para a Casa Civil. Azambuja ainda não oficializou, mas convidou o deputado federal eleito Márcio Monteiro (PSDB) para a Secretaria de Fazenda.
A informação, que já corria nos bastidores, foi confirmada ao Midiamax pelo senador Ruben Figueiró (PSDB). Cotado para a Casa Civil, o senador disse que não foi convidado por que já deixou claro para Azambuja que não pretende ocupar secretaria. Para por fim as especulações, ele acabou confidenciando que o novo governador só escolheu dois nomes.
“Tem muitos valores mais jovens para ele escolher. Eu vou dar minha contribuição, mas não como secretário. Ele está sendo muito cauteloso ao escolher o secretariado. Até o momento só chamou duas pessoas: o Monteiro e o Riedel. Mas, tem quase dois meses para fazer isso. A Rose também foi chamada, mas ela já integra o governo”, justificou.
O senador ressaltou que o foco no momento é conseguir emplacar recursos no orçamento para a área de infraestrutura. “Vejo que ele está muito empolgado para trabalhar pela infraestrutura rodoviária, ferroviária e aquaviária”, concluiu.
Além de Rose e Monteiro, Azambuja também deve escalar para equipe os tucanos que coordenaram a campanha dele e outros que já integraram administrações tucanas: Maria Cecília Amêndola, Ednei Marcelo Miglioli, Carlos Alberto de Assis, Sérgio de Paula e o advogado Felipe Mattos.
Também são cotados para a Saúde, Nelson Tavares, e para a Secretaria de Segurança Pública, Silvio Maluf. Alguns partidos indicaram integrantes da comissão de transição, que também podem ser efetivados: Athayde Nery (PPS), Hélio Mandetta (DEM) e Jorge Martins.


