20/09/2016 14h40
A pesquisa fraudulenta não possuía o registro do TSE
Dahorabataguassu
Uma pesquisa virou caso de policia após ser divulgada em redes sociais. De acordo com informações a pesquisa seria fraudada e estaria circulando em um grupo de WhatsApp.
De acordo com informações, o gráfico era assinado e tinha como instituto responsável pela pesquisa a empresa Paraná Pesquisas, da cidade de Curitiba (PR), sendo que ao tomar conhecimento, a empresa emitiu nota informando que não teria realizado nenhum tipo de pesquisa de intenção de votos, bem como não teria de nenhum conhecimento da pesquisa que havia sido divulgada em nome da empresa na cidade de Bataguassu.
A pesquisa fraudulenta não possuía o registro do TSE, e apontava que o candidato Neto do Jô (PEN) estaria com 56,6% da intenção de votos, já o atual gestor Pedro Arlei Caravina (PSDB) teria 24,2% da intenção de votos.
A Coligação Unidos por Bataguassu, após receber os documentos e de posse de prints, com as postagens no grupo de whatsapp, procurou a policia e registrou um boletim de ocorrência, além de ajuizar uma ação junto a Justiça Eleitoral de Bataguassu, que em um primeiro momento já determinou que seja realizado no prazo de 2 hs a exclusão do grupo de whatsapp “Galera do 51”.
Uma investigação agora será realizada para apurar os responsáveis pela confecção do gráfico e divulgação, sendo que após apurado, o responsável poderá pegar pena de 6 meses a 2 anos de detenção, além de pagar multa.
Em Bataguassu uma pesquisa realizada entre os dias 25 e 26 de agosto, foi à única registrada junto ao TSE, e apontou que Caravina (PSDB) aparece com 53,9% da intenção de votos, já Neto do Jô (PEN) 24,7% das intenções.

