Indivíduo que adquiriu o objeto também foi preso
25/06/2019 13h50 – DN
Na madrugada do dia 24/6 um indivíduo adentrou a uma loja de celulares localizada no Jardim Caramuru, localizada nas proximidades do transbordo, e do local subtraiu uma pistola calibre 380, municiada e devidamente registrada em nome do proprietário da mencionada empresa.
Ao analisar as imagens captadas por câmeras de segurança o SIG identificou o autor como sendo indivíduo que vinha sendo investigado por praticar furtos na área central da cidade. Assim, no início da tarde de segunda foi localizado GENILDO LEITE BORGES FILHO, 24 anos, indivíduo com vasto histórico criminal. GENILDO confessou ter subtraído a arma e logo em seguida a vendido a um indivíduo desconhecido, pelo valor de R$ 200,00.
Mediante diligências diversas o SIG identificou ITALO HENRIQUE RAMIRES como o indivíduo que adquiriu a pistola. Encontrado, ITALO confessou ter adquirido a pistola por R$ 200,00 e logo em seguida a vendido por R$ 2.000,00. ITALO, que na ocasião portava dois simulacros de arma de fogo, alegou ter vendido a pistola a um desconhecido que ficava pela região da ponte existente no Bairro Cachoeirinha. Apesar de todos os esforços, a localização da arma não foi identificada na segunda-feira.
Contudo, na manhã desta terça-feira, ao realizar buscas no Bairro Cachoeirinha o SIG avistou um indivíduo com as características mencionadas por ITALO, o qual empreendeu fuga ao avistar os policiais.
Durante a perseguição numa região de mata os policiais encontraram a arma abandonada próximo a uma árvore, tendo o indivíduo perseguido conseguido empreender fuga. GENILDO foi autuado em flagrante por furto qualificado por rompimento de obstáculo e porte de arma de fogo. Já ÍTALO foi autuado em flagrante por receptação e porte de arma de fogo, uma vez que tanto ele quanto GENILDO transitaram pela via pública.
Ao ser interrogado GENILGO confessou ser autor de mais de 10 furtos a lojas na região central de Dourados. Em razão de GENILDO e ITALO possuírem histórico criminal foi representado pela conversão da prisão em flagrante em Prisão Preventiva.
O caso demonstra a necessidade de armas de fogo alocadas em comércios e residências serem guardadas em locais seguros, e não de fácil acesso.


