02/05/2018 16h50

Familiares e amigos de Mauro Prieto esperam por justiça. Autor dos disparos, Orlando Fróes, deve ir a julgamento nesta sexta-feira

Há dois anos, o mundo ruiu para Dilean Kelly e Alana Prieto Todaka, Paola Oliveira e Luiz Fernando Lopes, filhos de Mauro Prieto, assassinado brutalmente em discussão em uma lanchonete no centro de Ponta Porã. A morte do pai foi um golpe muito duro na vida das duas e dos demais familiares, primos, irmãos, tios e amigos de Mauro Prieto.

Para Dilean Kelly e Alana Prieto Todaka, a justiça tem que ser feita. O autor dos disparos, Orlando Fróes, deverá ser julgado nesta sexta-feira, dia 04, no Tribunal do Jurí de Ponta Porã. Para Dilean, Orlando Fróes, acabou de forma covarde com a vida de um homem honesto, trabalhador e exemplo de pai, não dando chances de defesa para seu pai e por motivos banais.

“Eu quero justiça e que o assassino seja condenado. Meu pai era um homem de bem. Não se envolvia em brigas com ninguém e por uma discussão boba, foi assassinado de forma covarde. Sem nenhuma chance defesa. Sei que a condenação do assassino não trará meu pai de volta, mas a justiça tem que ser feita. Ele destruiu uma família ao assassinar meu pai, um homem honrado, trabalhador incansável e que sempre fez de tudo pela família”, afirmou Kelly

ENTENDA O CASO

Na madrugada do domingo de 10 de Janeiro de 2016, aconteceu o segundo homicídio em Ponta Porã. Informações colhidas junto à Policia Militar são de que o crime aconteceu por volta das 3h50min, quando seis pessoas amigas estavam em uma mesa de uma lanchonete localizada na Av. Brasil em frente ao banco Itaú, quando aconteceu uma discussão com agressão mútua entre Orlandinho Fróes, sobrinho do ex-prefeito Carlos Fróes e Diego Prieto ( sobrinho da vítima fatal) mas a briga foi separada. Em seguida, Diego Prieto foi embora e Fróes foi até seu veículo VW Golf, onde pegou um revolver calibre 38, voltou para o interior da lanchonete e disparou seis vezes contra a pessoa de Mauro Prieto, de 46 anos, que foi alvejado por três disparos e morreu no local.

Informações do boletim de ocorrência da Policia Militar, diz que a briga foi por motivo fútil, sendo apartada pelos outros amigos que estavam na mesa, pelo dono do bar e por um irmão da vitima, Rosálio Prieto que também trabalha no local.

Logo após o crime uma viatura do 4º BPM da Policia Militar esteve no local, onde fez o isolamento da área, no aguardo da perícia da policia Civil que chegou e fez e os levantamento de praxe. O corpo da vitima foi encaminhado para o IML local e liberado para a família realizar o velório e o sepultamento.

Familiares e amigos de Mauro Prieto esperam por justiça

Ponta Porã: Familiares de Mauro Prieto esperam por justiça, dois anos após assassinato

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