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domingo, 18 de outubro, 2026

Ponta Porã: Polícia prende suposto sequestrador do menino Pedrinho

19/08/2017 18h20

Caso de sequestro assustou a população fronteiriça

Por: Dora Nunes

Foi preso na tarde desse sábado, dia 19, po volta das 15h30, um homem que seria um dos responsáveis pelo sequestro do menino Pedro Urbieta de Souza, de 12 anos, filho do empresário Alexandre Reichardt de Souza.

De acordo com informações, operação comandada pelo promotor Samuel Valdez acompanhado de agentes do grupo anti sequestro e polícia nacional do Paraguai juntamente com homens do Garras de Mato Grosso do Sul e policiais civis de Ponta Porã adentraram em uma residência situada entre as Ruas Fernando de La mOra e Panchito Lopez, no bairro San Gerardo na cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero fronteira com Ponta Porã-MS, local onde encontraram Cesar Esteban Ojeda Sanchez, paraguaio, de 21 anos, o qual seria um dos autores do sequestro.

Existe ainda informação a ser confirmada de que mais 4 pessoas teriam sido presas.

Na casa foram encontrados certa quantidade em dinheiro alem de celulares.

Breve, maiores informações.

ENTENDA O CASO:

Na manhã de quinta-feira, dia 17, em Ponta Porã, um garoto de apenas 12 anos foi sequestrado na área central da cidade.

Pedro Urbieta de Souza, que é filho de Alexandre Reichardt de Souza, um dos donos da loja Itapopo, foi sequestrado por homens encapuzados que estavam em um gol branco, modelo bolinha, placa brasileira.

Por volta das 23h30min do mesmo dia, o sequestro do menino chegou ao fim, sendo que os sequestradores fizeram dois contatos no inicio da tarde, em seguida nao teve mais contato com a família, o que causou certa estranheza por parte das autoridades policiais tanto do Brasil como também de Pedro Juan Caballero, Paraguai. Os autores do sequestro, sentiram a pressão das forças policiais que estavam empenhados em encontrar o cativeiro onde poderia estar o garoto e em um ato de surpresa levaram o garoto Pedrinho até a periferia da cidade de Pedro Juan Caballero onde o soltaram.

Em seguida, Pedrinho conseguiu uma carona e foi levado até a comissária 6ª onde foi entregue as autoridades paraguaias, que imediatamente entraram em contato com os seus familiares que foram até o local para buscá-lo.

O delegado Rodolfo Daltro disse que o resgate não foi pago e que isso foi uma grande vitória porque ficou demonstrado que o trabalho de busca pela localização de Pedrinho chamou a atenção dos sequestradores que acharam por bem libertar o menino.

Trabalharam na investigação agentes da Polícia Civil de Ponta Porã, com auxílio do Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubo a Banco e Resgate) e agentes das forças policiais do Paraguai. Não houve confronto.

Pedrinho foi recebeido em sua residência por familiares e amigos com muita alegria e comemoração. Os pais agradeceram o apoio de toda a comunidade, que fizeram orações e campanhas para que o garoto voltasse para casa são e salvo.

Divulgação

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