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Ponta Porã
sexta-feira, 28 de agosto, 2026

Ponta Porã supera Corumbá e assume o posto de 4ª maior cidade de Mato Grosso do Sul

Dados do IBGE indicam que o estado alcançou 2,94 milhões de habitantes em 2026; Ladário liderou o crescimento com alta de 9,84%

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, nesta sexta-feira (28), as Estimativas da População 2026, revelando mudanças significativas no mapa demográfico de Mato Grosso do Sul. A principal alteração no ranking das cidades mais populosas foi a ultrapassagem de Ponta Porã sobre Corumbá.

Com um total de 99.572 moradores, Ponta Porã assumiu a quarta posição no estado, superando Corumbá, que caiu para o quinto lugar ao registrar 96.334 habitantes e apresentar a maior queda populacional relativa do estado (-2,45%).

Mato Grosso do Sul atingiu a marca de 2,94 milhões de habitantes em 2026, com uma taxa de crescimento geométrico de 0,74% em relação ao ano anterior — o sexto maior avanço populacional entre os estados brasileiros. Do total de 79 municípios sul-mato-grossenses, 60 registraram alta na população e 19 apresentaram redução.

Destaques e Ranking Municipal

A capital, Campo Grande, manteve a liderança isolada com 970.843 habitantes (crescimento de 0,83%), figurando como a 7ª capital que mais cresceu no país. O município de Ladário registrou o maior aumento percentual do estado, com expressiva taxa de crescimento de 9,84%. Na outra ponta, Jateí permanece como o município menos populoso de MS, somando 3.573 moradores.

Confira o ranking dos maiores municípios e seus indicadores:

  • 1º Campo Grande: 970.843 habitantes (+0,83%);
  • 2º Dourados: 266.950 habitantes (+1,11%);
  • 3º Três Lagoas: 145.514 habitantes (+1,39%);
  • 4º Ponta Porã: 99.572 habitantes (+0,99%);
  • 5º Corumbá: 96.334 habitantes (-2,45%);
  • 6º Naviraí: 53.307 habitantes (+0,55%);
  • 7º Nova Andradina: 51.081 habitantes (+0,46%);
  • 8º Sidrolândia: 50.079 habitantes (+0,69%).

Os cinco maiores municípios concentram, juntos, 53,6% da população total do estado. As estimativas têm como data de referência o dia 1º de julho de 2026 e servem de parâmetro ao Tribunal de Contas da União (TCU) para o cálculo dos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

Fonte: Canaldaqui