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segunda-feira, 19 de outubro, 2026

Pontaporanenses perdem R$1 mil em golpe por telefone

04/02/2014 13h30

Golpistas disseram que os parentes deles havia sofrido um acidente e pediram para que eles depositassem dinheiro.

Conesulnews

Na manhã nesta segunda-feira (03), por volta das 9h30, uma mulher (28 anos) e dois homens (62 e 48 anos), moradores na Rua Pitangueiras, bairro Residencial Ponta Porã, foram vítimas de um golpe por telefone, em que os golpistas disseram que os parentes deles havia sofrido um acidente e pediram para que eles depositassem dinheiro.

A mulher informou à polícia que recebeu uma ligação do número (62) 82617016, em que a pessoa se identificou como sendo primo dela, que mora no estado do Espírito Santo e disse que ele, os tios da vítima a caminho de Ponta Porã e que haviam batido o carro no trevo dessa cidade de Ponta Porã, e que não estavam conseguindo contato com a seguradora.

O golpista pediu que ela recarregasse o celular que estava usando nos números (62) 9358-0816 e (62) 9310-8456 no valor de R$ 10,00 e de R$ 22,00 (62) 9237-8346.

Ela recarregou os valores nos números que o autor forneceu.

Então ele pediu que ela depositasse R$ 500,00 na conta de número: 0000808-7, agência : 6471 UFGO, Banco 237, sendo a titular da conta : Wanessa Ferreira de Oliveira. Mas a vítima não tinha o dinheiro e pediu para seu pai depositar o valor.

O pai da vítima fez a transferência e depois disso o autor ligou novamente para a mulher e pediu para que ela depositasse novamente uma quantia de R$ 500,00 dizendo que havia estragado uma peça do carro e que sem arrumar não poderiam seguir viagem.

Ela informou que não tinha mais dinheiro e pediu para seu sogro, que depositou a quantia.

Depois do segundo depósito o golpista ligou para o sogro da mulher e pediu que o mesmo depositasse outra quantia, dessa vez de R$ 800,00, contudo nesse momento ele se deu conta que se tratava de um golpe e ligou para seu filho, pedindo que o mesmo entrasse em contato com os parentes. A ligação foi feita, soube que todos estavam trabalhando e que nenhum deles estava viajando.