03/06/2014 10h10
Transformar suíno em pet já virou moda há muito tempo.
Campograndenews
No aniversário de 12 anos, comemorado em abril, Vitória Garcia Cáceres, de 12 anos, além das brincadeiras convencionais de festa de criança, pediu aos pais algo inusitado: uma égua e um porco.
A explicação é simples, a pequena queria que os convidados tivessem contato com os animais. “A maioria nunca tinha visto eles de perto, eu falava e eles não sabiam como era”, explica e menina.
A mãe de Vitória, a advogada Tatiane Marques Garcia, 37 anos, conta que a filha cresceu brincando no mato, indo à fazenda, e por isso, é muito apegada ao meio rural, principalmente, aos animais.
Depois da festa, a égua voltou para a fazenda, mas o porco ficou na cidade, a pedido de Vitória, que adotou o bicho como se fosse um cachorro de estimação, com direito a passeio na praça. “Ele é mais carinhoso que um cachorro. A gente chega e ele deita no chão para fazer carinho”, compara.
Transformar suíno em pet já virou moda há muito tempo. A fofice do bicho começou com o filme “Baby”, o porquinho amigo leal de uma aranha e a ideia de que se trata de um bicho sujo fica cada vez mais distante.
Apesar de não gostar de banho, como a maioria dos animais e das crianças, “Billy”, como é chamado, é obrigado a encarar o chuveiro uma vez por semana.
Tatiane afirma que a raça é de porte pequeno, então a domesticação do animal não vai ser problema em relação ao espaço.
Ele ganhou mamadeira, casinha para dormir e um nome mais curto, porque foi batizado como “Billy Tender”.
A alimentação é a base de ração canina e leite, para ser ministrada pela mamadeira. A casa de Vitória ainda tem dois cachorros e duas tartarugas, que segunda ela, vivem em um ambiente pacífico mesmo sendo tão diferentes.


