27/01/2016 08h20
A ação foi proposta pelos partidos políticos que tem base na câmara local
Agazetanews
Atentativa de impedir o Vereador do PSB Anilson Rodrigues de Souza (Prego) de, assumir a Presidência da Câmara Municipal de Amambai, foi frustrada quando o Poder Judiciário decidiu que a ação movida pelas legendas partidárias; (PV – PPS – PSDB), não tinham fundamentos legais para impedimento de o vereador assumir o cargo de presidente do Legislativo de Amambai em 2016.
De acordo com o vereador Anilson Prego a ação foi motivada como uma forma de retaliação após o vereador se retirar da base que da sustentação ao Prefeito Municipal. O parlamentar que em determinado momento viu que o grupo queria obriga-lo a tomar decisões de acordo com os interesses do executivo municipal e não respeitando posicionamentos apresentados pelo vereador Prego. O parlamentar disse que suas decisões seriam tomadas de acordo com sua consciência, e que, não deixaria ser guiado pelo grupo, “o que for bom para a população e, se eu estiver de acordo meu voto será a favor caso contrario, tomarei as decisões conforme achar justo e de acordo com minha consciência e que, beneficiarem a população”, disse o parlamentar.
Ainda o vereador destaca que por atitudes de vereadores da base, as determinações do executivo deveriam ser apoiadas por todos que compunham a base do executivo. Sentindo-se de certa forma pressionado pelo próprio líder do Prefeito (Vereador Deivid Nicoline), que chegou a manifestar que; ele não poderia passar vergonha se determinada proposta que ele apresentasse no plenário da Câmara não fosse aprovada com o apoio da maioria que formam a base de sustentação do executivo municipal.
Portanto ficou claro que ao sair da base o vereador Anilson Prego além da ação proposta pelos partidos acima citados também no momento da aprovação em 2015 do orçamento da Câmara Municipal usou da maioria da base que compõe a comissão de finanças e orçamento, para reduzir o orçamento que ainda não se realizou em termos de arrecadação, sendo uma previsão orçamentaria anteriormente definida pelo próprio executivo municipal.
Será que nos anos anteriores não tinham obras para serem executadas na: “saúde, educação, assistência social, agricultura, e outros”?
Nessas condições a previsão orçamentaria antecipadamente foi reduzida em R$ 1.050.000 milhão de reais quando o mais certo era chamar os 13 vereadores para decidirem juntos onde aplicar o recurso em várias necessidades existentes dentro do Município de Amambai.


