04/12/2015 06h30
O projeto “Mulheres Inspiradoras” do Centro de Ensino Fundamental 12 de Ceilândia superou na etapa final 17 projetos ganhadores de 18 países participantes
EFE
O projeto brasileiro Mulheres Inspiradoras ganhou nesta quinta-feira o Primeiro Prêmio Ibero-americano de Educação em Direitos Humanos “Óscar Arnulfo Romero”, promovido pela Organização de Estados Ibero-americanos (OEI).
O projeto “Mulheres Inspiradoras” do Centro de Ensino Fundamental 12 de Ceilândia superou na etapa final 17 projetos ganhadores de 18 países participantes e obteve o prêmio de US$ 20 mil para ser investido no programa.
Durante o encerramento do Primeiro Seminário de Educação em Direitos Humanos, Gina Vieira, representante do projeto vencedor, afirmou que uma educação que não transforma e emancipa não é educação, e que quando um ser humano é violado, toda a humanidade deve sofrer por isso.
O projeto ganhador propõe o combate ao ‘cyberbulling’, ao assédio sexual e à difusão de modelos de comportamento inadequados entre adolescentes mulheres, com a busca e divulgação da trajetória de vida de mulheres inspiradoras em suas comunidades.
Além disso, o júri concedeu menções especiais aos projetos “Avós da Praça de Maio” da Argentina; “Sala de aula interativa” da Costa Rica e a “Memórias Acumuladas de Amor” do Colégio Fé e Alegria número 13 do Peru.
O seminário foi organizado pela OEI, pela Fundação SM e pelo Ministério da Educação do Peru, com apoio da União de Nações Sul-americanas (Unasul) e do Ministério da Justiça e Direitos Humanos do Peru.
O secretário-geral da OEI, Paulo Speller, inaugurou o seminário ao lado do secretário-geral da União de Nações Sul-americanas (Unasul), o colombiano Ernesto Samper, do ministro de Justiça e Direitos Humanos do Peru, Aldo Vásquez, do vice-ministro de Gestão Pedagógica do Peru, Flavio Figallo, e do diretor da Fundação SM, Javier Palop.


