Em nota, partido afirma que deputados estaduais e federais não podem seguir Bolsonaro em nova sigla
15/11/2019 08h10 – Correio do Estado
A situação de David é um pouco diferente, já que ele vem arrastando um desconforto com o partido, à nível estadual, por meses. O conflito começou quando a senadora Thronicke foi escolhida pelo deputado e presidente da Executiva nacional, Luciano Bivar, como presidente da Executiva estadual e ela, por sequência, colocou Contar no lugar de David para presidir a sigla à nível municipal, além de escolher o colega de plenário de David para ser o candidato a prefeito em 2020, nas eleições municipais, mesmo sabendo das intenções do parlamentar de querer concorrer novamente a Prefeitura Municipal de Campo Grande.
Na nota o partido afirma que o “diretório estadual vem se fortalecendo, se mantendo fiel às bandeiras estabelecidas e adotadas por Bolsonaro e pelo partido (…) e que assim continuará, fidelizando os valores que levarão o Brasil ao desenvolvimento.
“Por fim, o PSL/MS ressalta que difamações, ataques, desvirtuamento da legalidade ou da moralidade e/ou quaisquer outros tipos de comportamentos negativos referentes ao partido e seus filiados poderão ser vistos como infidelidade partidária, assumindo consequências legais diante de tais atos”.
Enquanto o presidente estiver sem partido, a senadora Soraya não deve seguir com ele. O deputado federal Loester Trutis (PSL/MS) disse na sua rede social que é contra a criação de novo partido. “Esse novo partido, contará com entre 20 e 30 deputados. Custo de R$ 270 milhões, O Aliança abrirá mão do fundo partidário? Do fundo eleitoral? Fiz esse questionamento e ninguém lá soube me responder”, questionou.
A situação de David é um pouco diferente, já que ele vem arrastando um desconforto com o partido, à nível estadual, por meses. O conflito começou quando a senadora Thronicke foi escolhida pelo deputado e presidente da Executiva nacional, Luciano Bivar, como presidente da Executiva estadual e ela, por sequência, colocou Contar no lugar de David para presidir a sigla à nível municipal, além de escolher o colega de plenário de David para ser o candidato a prefeito em 2020, nas eleições municipais, mesmo sabendo das intenções do parlamentar de querer concorrer novamente a Prefeitura Municipal de Campo Grande.
Na nota o partido afirma que o “diretório estadual vem se fortalecendo, se mantendo fiel às bandeiras estabelecidas e adotadas por Bolsonaro e pelo partido (…) e que assim continuará, fidelizando os valores que levarão o Brasil ao desenvolvimento.
“Por fim, o PSL/MS ressalta que difamações, ataques, desvirtuamento da legalidade ou da moralidade e/ou quaisquer outros tipos de comportamentos negativos referentes ao partido e seus filiados poderão ser vistos como infidelidade partidária, assumindo consequências legais diante de tais atos”.
Enquanto o presidente estiver sem partido, a senadora Soraya não deve seguir com ele. O deputado federal Loester Trutis (PSL/MS) disse na sua rede social que é contra a criação de novo partido. “Esse novo partido, contará com entre 20 e 30 deputados. Custo de R$ 270 milhões, O Aliança abrirá mão do fundo partidário? Do fundo eleitoral? Fiz esse questionamento e ninguém lá soube me responder”, questionou.


