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sexta-feira, 16 de outubro, 2026

Reinaldo Azambuja quer pressa no acordo aduaneiro para o Corredor Bioceânico

“A rota é mais do que um acordo político”, enfatizou Roberto Ruiz Piraces, do Chile.

22/08/2019 06h10 – Portal do MS

Os embaixadores do Paraguai, Chile e Argentina também explanaram durante a reunião, reafirmando o compromisso dos países em concluir obras de infraestrutura em estradas e portos e buscar uma unidade quanto a simplificação do trânsito de cargas e pessoas. “Sem um controle de fronteira não é um corredor ideal, competitivo”, afirmou Mônica Dinucci, da Argentina. “A rota é mais do que um acordo político”, enfatizou Roberto Ruiz Piraces, do Chile.

Também participaram da abertura da Reunião do Corredor Bioceânico os secretários estaduais Eduardo Riedel (Governo e Gestão Estratégica) e Jaime Verruck (Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar) o deputados federais Vander Loubet e Luiz Ovando, Carlos Marum, diretor da Itaipu Binacional, Pedro Chaves, secretário especial de Relações Institucionais e Assuntos Estratégicos do Governo de Mato Grosso do Sul no Distrito Federal, presidente da Fundação Estadual de Turismo (Fundtur), Bruno Wendling, reitor da Universidade Federal de MS (UFMS), Marcelo Turine.

Os embaixadores do Paraguai, Chile e Argentina também explanaram durante a reunião, reafirmando o compromisso dos países em concluir obras de infraestrutura em estradas e portos e buscar uma unidade quanto a simplificação do trânsito de cargas e pessoas. “Sem um controle de fronteira não é um corredor ideal, competitivo”, afirmou Mônica Dinucci, da Argentina. “A rota é mais do que um acordo político”, enfatizou Roberto Ruiz Piraces, do Chile.

Também participaram da abertura da Reunião do Corredor Bioceânico os secretários estaduais Eduardo Riedel (Governo e Gestão Estratégica) e Jaime Verruck (Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar) o deputados federais Vander Loubet e Luiz Ovando, Carlos Marum, diretor da Itaipu Binacional, Pedro Chaves, secretário especial de Relações Institucionais e Assuntos Estratégicos do Governo de Mato Grosso do Sul no Distrito Federal, presidente da Fundação Estadual de Turismo (Fundtur), Bruno Wendling, reitor da Universidade Federal de MS (UFMS), Marcelo Turine.

Frete cairá pela metade

Estudos preliminares de viabilidade do corredor, apresentados pelo ministro João Carlos Parkinson de Castro, traçam um panorama de confiabilidade à nova alternativa de escoamento da produção quanto a redução dos custos de transporte e de distância entre os centros produtores do Brasil ao Oceano Pacífico. Parkinson também citou a identificação de novos fluxos de comércio e de atração de investimentos ao longo do corredor.

“A Bioceânica não beneficiará apenas o Brasil ou Mato Grosso do Sul, mas a todos os parceiros. Todos ganharão em competitividade e a redução do custo de logística é algo concreto”, disse o ministro, citando que a tonelada de uma carga trazida do porto de Antofagasta (Chile) diretamente a Campo Grande terá um custo menor de até 49%, em comparação às rotas por Uruguaiana, Foz do Iguaçu ou Ponta Porã. “Isso é muito expressivo”, frisou.

O ministro adiantou as medidas que estão sendo tomadas no sentido de tornar Campo Grande e outros centros logísticos como polos de distribuição dessas cargas, com a construção de um porto seco na Capital. Também informou que os estudos de mercado encomendados pelo governo brasileiro analisam os destinos não apenas asiáticos, mas centros consumidores do Canadá, México e a Costa Oeste americana, para identificar e atrair novos parceiros comerciais.

Brasil triplicará produção

Em relação aos tramites aduaneiros, Parkinson reforçou a fala do governador Reinaldo Azambuja sobre a importância de eliminar os desembaraços entre os quatro países para garantir fluidez das cargas para reduzir custos e tempo de parada nos postos. Ele citou que, conforme estudos, a parada de um caminhão por 72h representa um custo de R$ 3,3 mil ao transportador e perda de produtividade. Já a redução para 6h representaria apenas R$ 281,00.

Parte dos estudos de viabilidade apresentado pelo diretor-presidente da Empresa de Planejamento em Logística (EPL), do Ministério de Infraestrutura, Artur Luiz Pinho de Lima, vislumbra um aumento expressivo na produção de alimentos nos quatro países, hoje de 300 milhões de toneladas, pela capacidade de transporte do corredor. “O Brasil poderá triplicar sua produção. A Bioceânica é mais do que uma plataforma, é desenvolvimento”, disse ele.

Os embaixadores do Paraguai, Chile e Argentina também explanaram durante a reunião, reafirmando o compromisso dos países em concluir obras de infraestrutura em estradas e portos e buscar uma unidade quanto a simplificação do trânsito de cargas e pessoas. “Sem um controle de fronteira não é um corredor ideal, competitivo”, afirmou Mônica Dinucci, da Argentina. “A rota é mais do que um acordo político”, enfatizou Roberto Ruiz Piraces, do Chile.

Também participaram da abertura da Reunião do Corredor Bioceânico os secretários estaduais Eduardo Riedel (Governo e Gestão Estratégica) e Jaime Verruck (Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar) o deputados federais Vander Loubet e Luiz Ovando, Carlos Marum, diretor da Itaipu Binacional, Pedro Chaves, secretário especial de Relações Institucionais e Assuntos Estratégicos do Governo de Mato Grosso do Sul no Distrito Federal, presidente da Fundação Estadual de Turismo (Fundtur), Bruno Wendling, reitor da Universidade Federal de MS (UFMS), Marcelo Turine.

Fotos: Chico Ribeiro

Participam da reunião autoridades do Brasil, Chile, Argentina e Paraguai

Ministro João Carlos Parkinson de Castro: Corredor Bioceânico vai garantir maior competitividade e redução do custo de logística

No dia 20 de julho deste ano o governador Reinaldo Azambuja esteve com o presidente do Paraguai, Mario Abdo Benítez, em Carmelo Peralta, na solenidade de assinatura da licitação para elaboração do projeto executivo da ponte sobre o Rio Paraguai, que faz parte do Corredor Bioceânico