19/10/2016 07h10
A posição privilegiada hoje de Mato Grosso do Sul em relação às suas finanças, segundo o governador, se deve ao planejamento e responsabilidade da gestão do PSDB.
Douradosnews
As medidas fiscais mais duras tomadas pelo Governo do Estado, no ano passado, como a taxação de produtos supérfluos (cigarro, fumo, bebidas, cosméticos e outros), e o rigor da administração na redução drástica do custeio da máquina, foram fundamentais para garantir o equilíbrio financeiro, pagamento em dia dos salários dos servidores e cumprimento de entregas (obras e serviços) à população.
A avaliação foi feita nesta terça-feira (18) pelo governador Reinaldo Azambuja, durante entrevista ao programa Tribuna Livre da Rádio Capital, em Campo Grande, quando desmentiu especulações em relação ao parcelamento do 13º salário do funcionalismo (ativo e inativo), que será pago integralmente no prazo previsto em lei em dezembro. Serão R$ 400 milhões em parcela única injetados na economia dos 79 municípios.
Azambuja falou das dificuldades financeiras da maioria dos estados, em razão da crise econômica e redução de repasses constitucionais, onde Mato Grosso do Sul se sobressai ao cumprir suas obrigações, como pagamento em dia dos salários, fornecedores e obras contratadas. E disse que contou com o apoio de todos os deputados estaduais para preparar o Estado para o atual cenário ante a falta de recursos com a economia em retração.
“Avançamos muito, mas não somos perfeitos e aceitamos as críticas construtivas, contudo, não podemos admitir aquelas com cunho eleitoreiro, onde quem hoje nos critica ajudou a aprovar todos os projetos de revisão de algumas alíquotas de tributos e impostos e também a contratação das OS (Organizações Sociais), parcerias do governo na administração de algumas unidades hospitalares”, afirmou o governador.
Prioridades
Azambuja fez um balanço de 22 meses de governo e ressaltou que o Estado, no período, não apenas saneou suas finanças e cumpriu suas obrigações, como aumentou os investimentos em setores prioritários da população, como saúde, segurança e educação. Citou que o governo trabalha em várias frentes e vem sustentando o fortalecimento do setor produtivo e atração de capital privado, colocando Mato Grosso do Sul como o quinto estado mais competitivo.
“Os meios de comunicação, como a Revista Veja e o jornal Estadão, divulgaram o resultado de uma consultoria britânica, onde nosso Estado caiu de 9º para a 5º posição no ranking da competitividade. Isso é resultado das políticas arrojadas que implementamos e potencializam nossas vocações no campo da produção, seja por meio de incentivos, busca da parceria privada e, sobretudo, confiança no governo”, frisou.
A posição privilegiada hoje de Mato Grosso do Sul em relação às suas finanças, segundo o governador, se deve ao planejamento e responsabilidade da gestão do PSDB. “Gastamos menos com o governo e mais com as pessoas”, disse. “Não estou administrando aquilo que é meu, do Reinaldo, mas aquilo que é nosso, do povo, que contribui com seu imposto esperando um retorno de qualidade de serviços”, acrescentou.


