Com programas estruturados e metas arrojadas para inserção e promoção de mulheres, a empresa cujo propósito é “Life Is On” anuncia que 100% dos seus presidentes de países são signatários dos Princípios de Empoderamento das Mulheres, iniciativa da ONU Mulheres e do Pacto Global
07/03/2019 11h30 – Divulgação (G.A.)
Não menos que 202 anos – esse é o tempo necessário para eliminar por completo as diferenças nas oportunidades econômicas entre eles e elas, incluindo salário. A conclusão é de um estudo recente do Fórum Econômico Mundial e alerta a comunidade empresarial sobre a urgência de tomar medidas que incentivem o ingresso e a ascensão de mulheres no mercado de trabalho. Atenta a esse cenário e com forte cultura inclusiva, a Schneider Electric, líder global na transformação digital em gestão da energia elétrica e automação, reforça, no Mês da Mulher, seu compromisso de contratar talentos femininos e anuncia que 100% dos seus presidentes de países aderiram aos sete Princípios de Empoderamento das Mulheres (WEPs).
Considerando os países da América do Sul em que a Schneider opera (Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, Bolívia, Venezuela, Peru e Equador), são mais de 50 vagas, e a empresa faz questão de deixar claro seu interesse em atrair mulheres para o staff, especialmente em Engenharia e Tecnologia. Na região, as mulheres correspondem a 35,7% do total de colaboradores, mais do que em 2018 (33,5%), e a 43,5% das novas contratações, acima da meta estipulada (40% até 2020). Mais: cumprindo a meta anunciada exato um ano atrás, a companhia zerou a diferença salarial entre gêneros em cargos semelhantes na América do Sul em 2018 – há, inclusive, um budget dedicado a sanar eventuais novas ocorrências.
Pesquisas apontam que, no geral, mulheres ficam mais tempo estudando, mas têm menos oportunidades de alcançar posições de liderança. Quando se trata de Ciências Exatas, o déficit de mulheres é ainda maior, e poucas acabam ingressando na indústria. “Nosso esforço é para mudar essa realidade, até porque a Quarta Revolução, a IoT (Internet das Coisas) e mais fortemente a IIoT (Internet Industrial das Coisas) exigem habilidades e profissionais diferentes”, pondera Rafael Segrera, presidente da Schneider Electric para América do Sul. Estudos mostram que, quando grupos formados por pessoas com gênero, origem, experiência e formação distintas trabalham juntos, há aceleração da inovação, maior engajamento dos colaboradores e melhor resultado econômico.
Em 2015, a Schneider Electric se tornou um dos dez defensores corporativos do Impact 10x10x10, da ONU Mulheres, um grupo de empresas, universidades e governos que atua em políticas de gênero. De lá para cá, dezenas de milhares de colaboradores assinaram a petição on-line e juntaram-se ao movimento #HeForShe, programa da ONU Mulheres e do Pacto Global que incentiva homens e meninos a agir contra as desigualdades negativas enfrentadas por mulheres e meninas. Além disso, a companhia é, desde 2016, signatária dos WEPs – agora com o envolvimento de 100% dos seus presidentes de países. A iniciativa da ONU Mulheres e do Pacto Global traz um conjunto de orientações para que as organizações ofereçam oportunidades iguais a eles e elas.
“A equidade de gêneros deve estar na agenda do CEO. Jean-Pascal Tricoire, nosso presidente e CEO global, que é um grande embaixador das nossas ações sociais e integra a diretoria do Pacto Global das Nações Unidas, está fortemente envolvido em programas e metas relacionados a esse tema. Líderes em nosso nível devem seguir seu exemplo; na verdade, ele garante que toda a liderança faça o mesmo”, declara Segrera.


