No início do segundo turno das eleições deste domingo (25), 467 urnas eletrônicas precisaram ser substituídas em todo o Brasil, de acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O balanço abrange as primeiras duas horas de votação, entre 8h e 10h.
Esse quantitativo representa 0,09% das quase 500 mil urnas disponibilizadas para o pleito. Para garantir a continuidade do processo, a Justiça Eleitoral dispôs de um contingente de 48.815 urnas de reserva, prontas para serem acionadas caso necessário.
Os motivos específicos que levaram à troca das 467 urnas não foram detalhados pelo TSE. Contudo, falhas operacionais são geralmente a causa mais comum para a substituição desses equipamentos. No primeiro turno, realizado em 4 de outubro, o número de substituições foi significativamente maior, totalizando 1.904 urnas.
A legislação eleitoral prevê a possibilidade de uso de cédulas de papel como medida extrema, caso as urnas eletrônicas apresentem falhas que impeçam a votação. Até o momento, essa medida não foi necessária neste segundo turno.
Mais de 158,7 milhões de eleitores estão aptos a participar da votação para presidente neste domingo.

